B&C Secreto 2011 #03

De: Thi-chan
Para: Elô

Eloise Em Que País? 

Sentados ao redor da mesa redonda, eles se observavam sem realmente prestar atenção. Os pensamentos estavam voando para longe, perdidos nas lembranças de momentos mais felizes. L, P, Thata, Yuri e Thi estavam lá, todos vestidos de preto, em luto pela recente perda. Havia palavras que desejavam ser ditas, mas não havia coragem no coração de nenhum deles. Permaneceram assim, em silêncio, como se nada pudesse tocá-los.

Então, um barulho ensurdecedor enquanto o teto sobre a cabeça deles pareceu desmoronar e a sala toda se enchia de poeira. Todos levantaram e começaram a tossir, alarmados pelo que acontecera. Então, no meio dos escombros, uma figura se levantou, mas eles só conseguiram identificar aquela silhueta após o pó abaixar. O primeiro a conseguir foi o Yuri, que gritou:

– GENTE, A ELÔ VOLTOU COMO ZUMBI PARA BUSCAR A GENTE! – Gritou o vegetariano, quebrando uma das cadeiras e formando uma estaca com os pedaços de madeira.

– Não se preocupem, eu estou com a minha bazuca aqui! – Exclamou Thata, prontamente tirando uma capsula do bolso, acionando um botão secreto e fazendo com que o pequeno objeto se tornasse na sua arma secreta.

– YAY! ELÔ ZUMBI! PODEMOS FICAR COM ELA?! – Perguntou L, saltitando na direção da morta-viva.

– L! NÃO, VOLTA AQUI, ELA VAI COMER SEU CÉREBRO! – Exclamou P, correndo atrás da L para tentar segurar a amiga.

– Ela não parece um zumbi… – Disse Thi, vendo que a Elô parecia apenas uma pessoa que acabara de ser atirada por um canhão e caiu na casa de alguém que até agora o autor não conseguiu definir onde e agora estava cheia de pó branco na cara e no corpo.

– Ei, pessoal, eu não sou um zumbi! Estou viva! Sou eu, Elô! Fã de Arashi, fã do Jun, fã de Crepúsculo! – Exclamou ela, um pouco preocupada pela reação do Yuri e da Thata, mas nada grave.

– Iiiiih, falou que gosta de crepúsculo, é ela mesmo… Nenhum zumbi ousaria admitir isso. – Disse Yuri, recebendo acenos de cabeça afirmativos pela parte dos outros colegas da Liga Brigadeiro com Café.

– AEEE, TODO MUNDO ABRAÇANDO A ELÔ!  – E assim todos seguiram até a Eloise, que todos pensaram ter morrido após um terrível acidente.

FIM!

Não, brincadeira, na próxima página tem mais…

– L, você tem certeza que está aqui? – Perguntou Eloise, com um evidente nervosismo na voz.

– Sim, certeza absoluta, eu estava andando por aqui quando ele caiu. – Respondeu L, se referindo ao chaveiro perdido.

– Okay, então eu vou descer… – Retrucou Eloise, ainda não muito feliz por estar suspensa por apenas uma corda em um buraco enquanto Thi, P, Thata, Yuri e L a faziam descer lentamente dentro de um buraco no meio de uma floresta fictícia.

Todos estavam concentrados, focados na árdua tarefa que a quase-elfa-doméstica-efetivada quando, de repente, Thi-chan fez uma pergunta:

– L, o que é aquilo ali? – Perguntou ele, soltando a corda e apontando para um ponto brilhante no chão, próximo de onde eles estavam.

– Meu chaveiro! – Exclamou L, também soltando a corda e indo até o objeto, pegando-o com as duas mãos e tirando o pouco de terra que havia sobre ele.

– Eu falei que ele não tinha caído no buraco, L. – Disse Yuri, também soltando a corda. Colocou as mãos na cintura para fazer pose e soltou um suspiro cansado.

– Ok, então acho que já vou indo, tenho que buscar a Luna. – Disse P, largando no mesmo momento que a Thata.

– Tá, gente, o que vamos fazer agora? – Perguntou Thata.

– Vamos pra casa da Thata! Lá tem comida e Arashi! – Disse L, animada.

E, assim, todos concordaram em ir para a casa da Thata, sequer reparavam que…

– Gente, cadê a corda? – Perguntou Thi, logo que eles saíram da floresta.

– Que corda? – Perguntou L.

– Aquela que nós estávamos usando para segurar a… – E, nesse momento, todos se deram conta.

– ELÔ! – Gritaram todos em uníssono.

~~

Enquanto isso, no buraco…

– Pessoal…? – Essa foi a primeira pergunta que a Elô fez após a gigantesca queda para dentro do buraco e permanecer desacordada por algumas horas. Só então ela conseguiu perceber onde estava: uma sala circular com um teto altíssimo onde, no meio, um grande orifício se abria, mas que era tão cumprido que ela não conseguia saber para onde levava.

Ao seu lado, uma pequena mesa com tampo de vidro onde, sobre sua superfície lisa, havia uma pequena chave e um frasco de aparência estranha, escrito: “Beba-me”. Bem, considerando que Eloise é uma menina moderna e relativamente esperta, ela provavelmente pensou: “Hm… Uma bebida estranha deixada por um desconhecido em um buraco estranho… Bem, por que não?”. Mas, bem, como ela foi treinada pela L, na verdade ela pensou: “NEM MORTA QUE EU VOU TOMAR ALGO QUE UM DESCONHECIDO DEIXOU AQUI PARA A PRIMEIRA MOÇA DESAVISADA QUE VAI NUM BURACO!”, o que foi uma decisão um tanto quanto sábia.

Mas, então, o que ela poderia fazer? Pensou, pensou e pensou. E, no meio de sua pensação, ela deparou-se com uma cabeça flutuando ao seu lado, olhando-a com curiosidade.

– Você realmente devia beber o que tem dentro desse frasco. – Afirmou a cabeça.

– A-Aiba? – Perguntou ela, incrédula.

– Não, eu sou a sua consciência. – Respondeu a cabeça.

– Não, você é o Aiba. – Retrucou ela, bastante certa que aquela cabeça flutuante pertencia ao membro do Arashi que só sabia conversar vai onomatopéias.

– Não, eu sou a sua consciência! – Disse a cabeça, um pouco impaciente.

– Não, não, estou quase certa que você é o Aiba. – Eloise colocou as mãos sobre a cintura e olhou de maneira desafiadora para a cabeça.

– Ok, OK! Eu sou a sua consciência, que você deliberadamente fantasiou de Aiba, pois achou que a racionalidade combinava com ele. Eu não entendo, você não entende, então vamos logo com isso. Você realmente devia beber esse negócio. – Finalizou a cabeça, criando um braço, também flutuante, e apontando para o pequeno frasco sobre a mesa.

– Se você é minha consciência… Então, eu posso fazer o que eu quiser contigo? Tipo, como se você fizesse parte da minha imaginação? – Perguntou Elô, curiosa.

– Au! Au, au, au, au! – Respondeu Aiba, o que fez com que Eloise percebesse que seu teste realmente funcionara, ela fizera sua consciência latir! Porém, como era uma parte de Elô, ela entendeu o que Aiba quis dizer, e era algo como: Pode, mas não estou certo se deveria, eu tenho sentimentos, sabe? Ah, droga, você fez mesmo assim… Ok, eu realmente acho que você devia parar de brincar e tomar logo o líquido do frasco.

– Eu não vou beber isso. – Decretou Eloise, certa de que aquilo era alguma artimanha maléfica.

– Mas, se você não beber, não vai sair daqui. – Respondeu Aiba.

– Mas, não! Eu não vou beber isso! Nem morta. – Elô cruzou os braços, decidida.

Eis então que a cabeça faz outro braço flutuante aparecer e, utilizando de toda a sua capacidade motora, abre o pequeno frasco e vai levando em direção à Eloise, fazendo barulhinhos de avião enquanto se aproximava.

– Eu já falei que não vou beber isso! – Disse Elô, batendo na mão flutuante e fazendo com que o frasco voasse e batesse na parede mais próxima.

Tanto ela quanto a cabeça ficaram em choque ao perceber que a parede onde o frasco batera, quebrara e derrubara seu líquido havia começado a derreter.

– Viu? Eu estava certa. – Disse Elô, satisfeita.

– Eu sou sua consciência, não há certo ou errado. – Retrucou a cabeça e, mesmo assim, desapareceu enquanto Eloise adentrava a abertura da parede.

Do outro lado, ela avistou um mundo mágico, e incrivelmente imaginário: Plantas multicoloridas e cogumelos sorridentes, cachorros que andavam em duas patas e gatos que andavam em doze patas, centopéias com apenas cinco pés e vampiros que brilham no sol e que, por causa disso, sofrem bullying das fadas malvadas que, por uma incrível coincidência do destino, também brilham no sol, e existem poucas coisas mais ofensivas para um vampiro do que ser chamado de Sininho.

Porém, ela mal perdeu tempo com tudo aquilo, seguindo em direção à floresta, pois algo (sua consciência, provavelmente, que cantarolava ao seu lado) a dissera que aquele era o melhor caminho. A trilha parecia tranquila. As árvores cresciam altas e faziam uma agradável sombra e sensação de umidade.

– Ora, olá! – Ela ouviu uma voz vindo do topo de uma das árvores. Rapidamente procurou a origem, mas não encontrou.

– Quem está aí? – Perguntou.

– Não consegue me ver? – Perguntou a voz, novamente, e agora ela conseguia ver, mas dessa vez era apenas um sorriso flutuante. Percebeu, então, que o sorriso ganhava um rosto, e então um corpo, até que se tornou o…

– Cho? – Perguntou Elô, assim que o japonês se materializou bem na sua frente.

– Não, eu sou o gato sorridente. – Respondeu Cho, de uma maneira que parecia querer ronronar, mas não conseguindo muito sucesso.

– Não, você é o Cho. – Afirmou Elô, com convicção.

– Não, eu sou o gato sorridente. – Respondeu Cho.

Ah, isso de novo não, Elô conseguiu ouvir de sua própria consciência.

– Prove. – Ordenou Elô.

– Ok, OK! Eu vou provar para você… Prepare-se… – E então, antes mesmo que ela pudesse se preparar, ele abriu um largo sorriso e disse:

– Miau.

– É isso? Isso é a sua prova de que você é o Gato Sorridente? – Inquiriu Elô, incrédula.

Só dou tempo de Cho revirar os olhos antes de outros gatos aparecerem ao seu redor. No começo, parecia que eles miavam ao longe, mas à medida que eles se aproximavam, ela conseguiu identificar o coro. Então, ao som daquilo, Cho não agüentou, perdeu seu supremo disfarce ao se juntar com eles:

“Beeru! Beeru! Beeru! Beeru!”, e foram ao longe, a procura de um bar.

– Ah! – Sho lembrou, antes de ficar longe demais – Se você quiser sair daqui, só seguir para o leste. – E desapareceu, deixando apenas a sombra de um sorriso para trás.

O problema, contudo, é que ela não sabia para onde ficava o leste. Então, ela decidiu seguir a direção contrária à qual a sua Aiba-consciência apontara.

Andou, andou e andou. De repente, deparou-se com uma cena estranha. Em um trono feito de flores, uma figura azulada se erguia. Ao seu redor, uma fumaça multicolorida se espalhava, e sua aparência esguia estava confortadamente deitada sobre seu trono. Era algo parecido com uma lagarta, A Lagarta, mas era um pouco… Diferente…

– Jun? – Perguntou Elô, se aproximando, tentando abanar a fumaça com as mãos.

– Siiiiiim? Quer dizer, Nãaaao, eu não sou o Jun, moça. – Respondeu a Lagarta.

– Não, você é o Jun. O JUN! OMG! OMG! ME DÁ AUTÓGRAFO, POR FAVOR! – Pediu Elô, simplesmente perdendo o controle ao ver seu divo deitado em um cenário exótico vestindo apenas algo que parecia ser uma camisola azul. Bem, se sua consciência não julgava, por que ela faria?

– Ei! Não, eu não sou o Jun! – Exclamou Jun, franzindo as sobrancelhas para ela.

– É sim, eu estou vendo. Boca grande, corpo esguio, magrelo, voz esganiçada e invertebrado. É VOCÊ, JUN! ME DÁ UM AUTÓGRAFO! – Ordenou Elô, crente de que conseguiria.

Bem, não conseguiu. A Lagarta-Jun se desfez com a fumaça e desapareceu, abrindo um caminho atrás de si.

Deprimida, Elô seguiu o caminho que se abriu, ignorando todos os esforços de sua consciência para lhe animar. (E até uivar ele uivou).

Andou, andou e andou. Então, parou.

Na sua frente, uma mesa cumprida se estendia. Procurou pela Lebre e pelo Coelho atrasado, mas tudo que havia ali era uma pessoa na ponta da mesa, que ela reconheceu como… Hã, hã? Vocês conseguem adivinhar?

O Ohno, claro! Vestido de chapeleiro, mas o chapéu estava sobre a mesa. Naquele momento, ele olhava Elô de maneira catatônica, como se estivesse prestes a cair no sono. Porém, quando ela se aproximou, ele rapidamente pegou o chapéu sobre a mesa e colocou sobre a cabeça, transformando-se completamente. Nesse momento, como um robô, levantou-se e começou a dançar sobre a mesa. É, definitivamente era o Ohno.

– Oh-chan? – Perguntou Elô, mas não ouve resposta, ele apenas dançava, dançava, dançava. Então, começou a cantar. Daí, explodiu. Bem, acho que ele dançou demais.

Sem se abalar, Elô só queria sair dali, tudo parecia dorgas demais, era quase como se ela tivesse comido uma grande quantidade de Brigadeiro com Café e caído no… Sono.

Era isso! Isso que aconteceu! Ela comeu demais, dormiu e agora estava sonhando! Era isso! Porém, ela não gostava muito da ideia de se beliscar, então decidiu apenas seguir em frente.

Andou, andou e andou.

Enquanto isso, fora do buraco…

 

– Yuri, o que você está vendo? – Perguntou L, do topo do buraco enquanto um Yuri extremamente nervoso era lentamente abaixado até o fundo.

– Eu não vejo nada! É só um buraco normal que… GAAAAH! ME PUXA, ME PUXA! – Pediu o vegetariano, que prontamente foi atendido. Mas, só um pouco, eles ainda queriam saber o que ele estava vendo.

– Gente, a Elô se foi! Tem um lago aqui! Um lago, num buraco! Cheio de crocodilos! Em um deles eu vi a corda que usamos para carregar a Elô!… – Aquela revelação pareceu encher todos de choque. – Pessoal…?

Então, eles começaram a puxar o Yuri para fora do buraco, todos certos de que havia acontecido o pior com a Elô.

Agora, de volta ao buraco…

Ela chegou a um castelo. Geralmente o narrador colocaria algo desafiador aqui, mas acho que a Elô já sofreu demais, então a ponte estava abaixada e só havia uma porta para ela passar. Rapidamente, bateu três vezes, mas ninguém respondeu. Bem, não havia muita coisa para fazer, né? Girou a maçaneta e entrou no castelo, simples assim.

Lá, encontrou um cenário apocalíptico se estendendo à sua frente.  Os jardins, antigamente bem cuidados, agora estavam amarelados e quase mortos. Bem, ela nunca realmente se importou muito com paisagismo, então simplesmente seguiu em frente, andando pelos corredores de Hogwarts… Não, espere, essa é outra história. Bem, pelo castelo da Rainha de Copas, mas ela não sabia que era da Rainha de Copas, então não prestou muita atenção no ponto vermelho que se aproximava até que tropeçou nele.

– CORTE-LHE A CABEÇA! – Gritou o pequeno ser de cabelo comprido e vermelho, com vestido com um quê de oriental misturado com Idade Média.

– … Nino? – Perguntou Elô, identificando os traços orientais no rosto dele/dela.

– Não! Ignóbil! Sou o Rei de Copas!

– Mas, Nino, você está de vestido… – Respondeu Elô, pertinente, ouvindo sua consciência rir com a voz do Aiba.

– Ok, ok, já ouvi todo mundo me zoando por causa disso, já não basta o Jun-lagarta, o Cho-gato, o Ohno-chapeleiro e o Aiba-consciência rindo da minha cara, ainda vem uma menininha fã de crepúsculo querendo me desmoralizar, é isso mesmo? – Ele parecia evidentemente irritado.

– Desculpa, eu estava prestando atenção na sua peruca, o que você estava dizendo? – Perguntou Eloise, mas toda resposta que recebeu foi um pequeno ser de vermelho saindo apressado, afastando-se dela.

– Ei! Volta aqui, eu preciso saber para onde ir!

– Eu acho que você já sabe para onde ir – Disse Aiba, sua consciência. E era verdade, ela sabia, tinha visto o filme… Agora era o momento em que ela ia para o Castelo daquela princesa branquela. Suspirou, não sabia o caminho, então decidiu apenas seguir um caminho qualquer.

Andou, andou e caiu em um buraco. Sim, meus caros, mais um buraco.

A queda foi rápida, considerando que mais parecia um escorregador do que um buraco normal.

Quando, porém, parou de cair, encontrou-se em um lugar muito escuro, onde ela não conseguia ver absolutamente nada.

– E AGORA, SENHORAS E SENHORES, VAMOS VER A APRESENTAÇÃO DA NOSSA INCRÍVEL, FORMIDÁVEL! MEGA-POWER-SUPER-ESPECIAL MULHER CANHÃO! VAMOS LÁ, NO 3! QUERO TODO MUNDO CONTANDO COMIGO! 1… 2… 3!

E, nesse momento, Elô ouviu um barulho enorme e sentiu seu corpo ser lançado pelos ares. Não demorou muito até que ela estava voando sobre o País das Maravilhas, observando um turbilhão de flores coloridas passarem com velocidade, como se estivesse n’A Fantástica Fábrica de Chocolate, ou alguma coisa assim. Porém, algo a chamou a atenção, na parte de baixo, ela avistou um Gato, uma Lagarta, um Chapeleiro, um Rainha vermelha e uma Consciência cantando e dançando em um palco improvisado.

 Eu sabia! Exclamou para si mesma enquanto voava para longe, bem longe…

Agora, de volta ao presente…

-E foi isso que aconteceu. – Disse Elô. – Aí eu vim parar aqui. Não sei como, nem por que…

FIM!

Não, mentira, tem um pouquinho mais…

– Mas, ok, alguém sabe como tudo isso aconteceu? – Perguntou Yuri, curioso.

– Isso eu posso explicar! – Disse Aiba-consciência-de-corpo-inteiro-agora, entrando o aposento e chamando todas as atenções para ele. Todos queriam gritar, mas aparentemente algo impedia que eles o fizessem. Sim, o Aiba-consciência ganhou super-poderes e calou todo mundo.

– Então, tudo começou quando Elô caiu no buraco… Lá, ela acabou no lago dos crocodilos… Porém, mal sabia ela que há uma senha que, após ser dita, é levada para o QG de uma pessoa terrível, terrível, terrível. A senha, como ela deve se lembrar, é: “CROCODILOS! GAH! ME TIREM DAQUI!”, e assim ela foi levada para o quartel-general de um novo super-vilão. Lá, ela foi levada até uma incrível máquina capaz de prendê-la em um mundo fictício, completamente controlado pelos pensamentos mais alucinados de Elô. Lá, ela se perdeu e se encontrou várias vezes. Ela provavelmente não se lembra, mas enquanto ela imaginava que estava andando por um mundo inteiro, na verdade ela estava sendo cuidada por quatis mega-treinados para tratamento de unha, cabelo e massagem facial. Pelo menos até que o canhão estivesse pronto e ela fosse lançada de volta. Ah, eles usaram Seda, por isso o cabelo dela está tão lindo e brilhante…

Nesse momento, ele fez uma pausa para os patrocinadores

– Ou seja, Elô conseguiu achar o HQ de um vilão mais forte que vocês jamais viram. E, de acordo com a nova profecia, é ele que destruirá o mundo dessa vez… Mas, agora, o mais importante, o vilão é…

Nesse momento, ele explodiu em uma nuvem de purpurinas multicoloridas. Mas, como não havia muito que fazer além de limpar a sujeira, eles se contentaram em comer brigadeiro e conversar até o final do dia. Estavam felizes pela Elô estar de volta, então decidiram apenas esperar até que o vilão se mostrasse novamente. Aí, então, eles pensariam no problema.

Enquanto isso, no buraco…

 

Numa sala escura, uma pessoa estava sentada em seu negro trono. Em seu dedo do meio da mão esquerda, um anel brilhava intensamente enquanto ele acariciava um quati zumbi em seu colo. À sua frente, um monitor estava ligado. Estrelando, a Liga Brigadeiro Com Café, que mal sabia que estava sendo observada…

Continua…

Não, mentira, agora sim é o FIM! Pelo menos por enquanto…

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