B&C Especial – VIEP – Harry Potter #05

Elementos: Horcruxe, Sereianos, Veela Popozuda, Barbas Longas, Hagrid

Era uma vez uma veela popozuda que perdeu o emprego por ter barbas longas. Então, com a ajuda de Hadrig, ela foi visitar um parente distante chamado Horcruxe, que morava com os sereianos.

Ela sabia que esse parente era famoso por sua habilidade de reverter maldições e pensou que ele poderia ajudá-la a se livrar das suas barbas longas. Porém Hagrid e tio Horcruxe se deram tão bem logo de início e começaram a beber e a cantar, que ela não teve escolha a não ser partir em uma jornada de auto-conhecimento em busca da sua luz verde da força de vontade.

“Siga pela avenida central por sete quarteirões e, ao chegar no posto de gasolina, vire à direita e ande mais três ou quatro quadras”, disse Horcruxe “Mas atenção, só atravesse para o outro lado quando a luz verde se transformar em vermelha”.

E então, ao chegar em uma avenida trouxa e ver a luz verde se transformar em vermelha, a veela popozuda correu até ela, mas sentiu que sua barba longa foi arrancada por um monstro que passava por ali (vulgo caminhão).

Ela foi arrastada por metros, quadras, quilômetros, mas nem assim sua barba foi arrancada. Resolveu, então, falar com seus pais.

Viajou até o Condado, onde sua mãe, após a morte de seu pai, encontrou a paz, casando-se com um hobbit solteiro e bem na vida.

– Ó filha… achei que jamais me perguntaria isso.

– … Como assim, mãe? Achou que eu não perceberia essa barba gigante e incortável?

– Bom, é que…

E então, sem perceber, o condado foi destruído. FIM.

B&C Especial – VIEP – Harry Potter #04

Elementos: Lufa-Lufa, trestálio, feijõezinhos de todos os sabores, patrono de ornitorrinco, hipogrifo

Um dia perto da estufa onde os alunos da Lufa-Lufa estavam reunidos, um trestálio e um hipogrifo estavam felizes dividindo um pacote de feijõezinhos de todos os sabores quando um patrono de ornitorrinco apareceu diante deles.

“Me dêem seus feijõezinhos ou sofrerão com a triste canção dos ornitorrincos”. Sabendo que seu tamanho, sua inteligência, sua força, agilidade, etc, eram muito superiores que os do bicudo mamífero, o hipogrifo respondeu: “Potó, potó, potó.”

O patrono de ornitorrinco deu um sorriso maléfico e começou a cantar. A princípio o trestálio e o hipogrifo continuaram com o “potó, potó”, mas, de repente, tudo se tornou sofrimento e, incrivelmente, apareceu um arco-íris com um gato correndo em cima, cantando algo insuportável.

Era um gato. Gigante. E era possível distinguir cinco vozes em cima do gato.

– YAY! – uma voz gritou.

– Não acredito que realmente estávamos aqui. – Disse outra voz, incrédula.

– L, supõem-se que patronos fossem de luz. AZUL. Porque o seu tem que ser rosa e correr em um arco-íris? – falou Yuri, desesperado e com medo.

Já Thata mirava espingarda para os lados, buscando algo perigoso.

– OHAAAAAAAAAAAA! – gritou o gato quando eles se aproximaram, quebrando o feitiço do ornitorrinco e libertando o trestálio e o hipogrifo.

– Oi – disse L, descendo do gato.

– Estamos interrompendo alguma coisa? – perguntou P.

– Patrono! Ornitorrinco! – exclamou Thi-chan, correndo até o mamífero semi-aquático.

– Você conhece ele, Thi-chan? – perguntou Thata ao ver o ornitorrinco se encolher se encolher, intimidado, quando Thi-chan se aproximou.

– Aham… ele é meu. – Thi-chan.

– Eeeeeeeeeehhhhhhh? – todos, exceto o trestálio e o hipogrifo, que nada entendiam porque… bem, porque são bichos.

– Ele fugiu semana passada enquanto eu alimentava meus… hum… bichos de estimação – completou Thi-chan, como se não fosse nada demais.

Todos estavam em silêncio.  Talvez a ideia do Thi-chan TER um patrono era um choque para todos, mas talvez fosse apenas pelo fato do feitiço ter mente própria e trabalhar como trombadinha foi o mais impactante. (Não para P, que tem experiência com feitiços temperamentais.)

– Opa! Alguém aí quer feijõezinhos de todos os sabores? – perguntou Thi-chan, pois não havia espaço para falas individuais.

– EUUUU! – responderam todos.

E ninguém reparou no trestálio e no hipogrifo que estrebuchavam pelo veneno do ornitorrinco.

FIM

Ps.: Nenhum animal foi machucado para a realização desse texto.

B&C Especial – VIEP – Harry Potter #03

Elementos: Coruja, Pena de repetição rápida, Hermione, Poções, O livro monstruoso dos Monstros

E a coruja foi despedaçada pelo monstro mais tenebroso de Nova Jersey: o livro monstruoso dos monstros. “Suas penas são a principal matéria-prima para a fabricação de penas de repetição rápida”, explica a especialista em monstrologia, Hermione.

“Apesar de tudo”, a especialista diz, “as corujas estão em extinção e a única forma de salvá-las é fazer uma poção chamada Corujas Revidelius, que é feita com uma raríssima flor chamada Ledo Engano. É muito difícil conseguir chegar perto sem morrer de rir com a flor, mas estamos tentando”.

Hermione estava exausta. Havia anos que ela abandonara a vida nas ruas e conseguiu com a ajuda de sua amiga e companheira Minerva, construir uma vida e carreira sólida. Agora era monstróloga e dedicava sua vida a salvar as corujas. O telefone tocou.

– Oi Minerva, meu amor. Tudo bem?

– Não! Não está nada bem! Acabei de voltar do hospital e eu descobri!

– … Descobriu? Como?! – perguntou Hermione.

– Os registros… Neles diziam… – a voz da coruja Minerva falhou.

– Então, – o tom de voz de Hermione ficou sinistro – Você descobriu toda a verdade. É uma pena… eu teria te poupado entre todas as outras.

– Vou contar ao mundo sobre seus planos maléficos! Vou dizer que o livro monstruoso dos monstros é comandado por você e tudo faz parte de sua armação para ter o controle dar industrias de fabricação de penas de repetição rápida. Eu sei que essa flor não existe e que a sua reportagem foi apenas para enganar as pessoas! Não vou deixar que… O que é esse rosnado?… o qu… NÃÃÃÃÃOOOO! SAI DAQUIIIIIII!

E o telefone ficou mudo.

Hermione manteve o sorriso sinistro estampado no rosto e colocou o telefone no gancho dizendo satisfeita:

– Próximo passo: dominar o mundo!

B&C Especial – VIEP – Harry Potter #02

Elementos: McGonagal, Horcruxes, Hipogrifo, Varinha de brinquedos dos Weasleys, Sapo

Como era de se esperar, o sol estava lá mais uma vez, iluminando aquele que seria “o dia” na vida de Hagrid, o sapo cururu. Ele havia encontrado um tesouro, algo que apenas “os gigantes que andam sobre duas patas” podiam usar: uma varinha, com etiqueta que dizia “dos Weasleys”. E Hagrid, o sapo, dependia desse item para atingir a vida eterna. Uma vez ouviu sua amiga, a porca McGonagal, falar sobre as Horcruxes.Era o que Hagrid, o sapo, precisava para atingir a vida eterna e derrotar Steave, o Hipogrifo.

E como também era de se esperar, a trilha sonora que tocava enquanto Hagrid, o sapo, se preparava e treinava junto com McGonagal para derrotar Steave, o Hipogrifo, era uma mistura de marcha imperial com Barbie Girl.

Então, repleto da luz verde da força de vontade, Hagrid partiu em sua jornada para alcançar a vida eterna e logo na primeira esquina se deparou com o desafio level 01: seu amigo o laranja irritante vinha em sua direção com olhos brilhantes de quem iria aprontar.

Bastaram alguns golpes do cítrico oponente para que a fatídica mensagem sujasse a tela: “GAME OVER!!!!”. “Nããããããoooooo, eu preciso recuperar a luz verde dessa porcaria de sapo!”.

E, com um olhar determinado, Hagrid, o sapo, entrou dentro da maldita laranja e pegou a maldita luz verde. Assim, ele voltou ao mundo normal, se tornou o primeiro sapo eterno, e pôde usar sua luz verde da força de vontade para transformar outros sapos em eternos e, assim, dominar o mundo!

B&C Especial – VIEP – Harry Potter #01

Elementos: Olho de vidro, Cachorro de três cabeças, Poltrona humana, Coruja, Cabeças falantes

Uma coruja pousou, em uma noite de lua cheia, em uma poltrona humana, que tinha cabeças falantes. O cachorro de três cabeças que estava aconchegado aos pés da poltrona humana latiu, fazendo a pequena coruja perder um olho ao bater em uma quina com o susto e ter que colocar um olho de vidro no lugar, se tornando a primeira coruja com um olho de vidro.

Muitos anos se passaram e a Coruja do Olho de Vidro tornou-se uma lenda no mundo inteiro. Reis, bruxos e trouxas de todas as partes a visitavam. Corriam boatos de que seu olho era mágico e ela conseguia ver toda a verdade de uma pessoa: sua história, quem ela era e para onde iria.

Porém, todas as pessoas que a visitavam saíam mais confusas (e pobres), pois a única resposta que a coruja dava era “42”, o que ninguém conseguia encontrar um significado.

Foi então que em um belo dia de sol a sábia e poderosa coruja resolveu revelar ao mundo o significado da sua misteriosa resposta e junto com ela os segredos sobre a vida, o universo e tudo o mais.

“A verdade é que eu não enxergo uma só pena depois do terrível acidente com meu olho. Amargurada com a vida, estou lançando uma série de livros sobre nerds e viagens espaciais para tirar dinheiro fácil dos mortais à minha volta. Infelizmente, não posso declarar meu verdadeiro nome, pois isso acabaria com o emprego de diversos diretores de…não posso dizer. Aceito sugestões para nomes artísticos, mas, por favor, não revelem isso!!!”.