ESPECIAL DE FINAL DE ANO 2010 – PARTE 3 –

LAP vai a Forks

ERROS DE GRAVAÇÃO

– Droga… Como ele sempre consegue nos convencer? – L.

– Porque ele sempre tem que usar essa desculpa de vocês querem receber no final do mês? – A.

– Porque ele nos olhou com aquele olhar dumau e AAAAAHHHHHHH! CAMINHÃO #$%&@#%!!!! NÃO VÊ QUE ESTAMOS TRABALHANDO AQUI, $#$%&@$! – P.

– Droga! – A – Yuri! Traz toalhas que tomamos um banho agora!

– Friiiiiiiio! – L.

***

– É sério! Só você poderá nos sal-COF!COF!COF! THIIII! A FUMAÇA É UM VOLTA, NÃO NA MINHA CARA!

– Desculpa. – pediu Thi, saindo com um sorriso satisfeito.

***

– Não se preocupe! – disse Thata girando um botão na sua espingarda, apertando alguns botões, apontando para P e atirando.

– AAAAAAAH! – demais.

– … – L.

– … – A.

– … – Yuri.

– … – Thi.

– … – P, coberta de farinha.

– … – Thata – Iiiiih, gente, desculpa! Botão errado! Esse é quando minha mãe quer ajuda para fazer bolos…

***

– Droga… Como ele sempre consegue nos convencer? – L.

– Porque ele sempre tem que usar essa desculpa de vocês querem receber no final do mês? – A.

– Porque ele nos olhou com aquele olhar dumau e… – P olha para L sentada no chão molhado mexendo na lama – O que está fazendo?

– Bolinhos de chocolate. Querem?

***

– Oi! – P cumprimentou, jogando a Bella verdadeira para debaixo da mesa para tomar o lugar dela e a segurando com os pés.

– Oi! – Menina 01.

– Oi! – Menina 02.

– Oi! – Menino 01.

– E aí? – Menino 02 – E aí? E aí? E aí? E aí? E aí? E aí? E aí?

– EI! – P – Acho que o Menino 02 está com defeito!

***

P na aula de biologia, pensando:

– Acho que acontece alguma coisa nessa hora… – ela olha de relance para Edward que pacientemente espera a deixa dela ao seu lado.

Então uma samambaia vem correndo com folhas impressas, tropeça no caminho, rola pela sala, espalhas folhas para todos os lados, atropela alunos, carteiras e professores, bate no armário do fundo e é soterrada pelos materiais didáticos da aula.

– Ai. – L – Acho que machuquei alguma coisa…

***

– Foi mal, estava meio frio e tentamos acender uma fogueira no banheiro, mas a tia zeladora nos expulsou de lá e-

– L!

– Ah, sorrysorrysorry – as outras samambaias juntam-se a L e começam a dançar e a cantar e logo professores e alunos estão compartilhando cerveja amanteigada e cantando no karaokê e ninguém lembra mais o que estavam fazendo antes disso.

***

– Thata! A purpurina caseira da tua mãe! Rápido!

– Pra já! – Thata obedece prontamente atira no Yuri que é lançado para longe e some no horizonte.

– Iiiih, botão errado de novo. – Thata verificando o manual de instruções da sua espingarda e falando para os outros – Calma, gente! Eu ainda vou aprender a mexer direito nesse troço!

***

– Sim, foi o que eu disse, Jasson. Então, fala com ele, L! – P empurra L para a frente do lobo.

– Euuuuu?! – L – Por quê?!

Mas a P já havia fugido junto com todos os outros.

– Então… – L olhando para os lados em busca de um assunto – Você assistia TV Colosso?

– Sim! Eu adorava a Priscila e o Gilmar!

– É, né! E aquele cachorro amarelo-estranho que era o guru também era divertido!

– O final era sempre igual, chamando o povo para comer, mas eu adorava!

– E a música de abertura! Eu chorava quando minha mãe não me acordava para assistir a abertura!

– Sim! E-

– Ei! – P interrompendo a conversa – Não passava TV Colosso aqui em Forks, Josias!

Jacob a encarou por um tempo e então perguntou:

– Mas não vale nem se for assistido do Youtube?

– Nem existia internet direito naquela época, criatura! – A.

– Aaaaah… vamos de novo então.

***

– Obrigada. – P respirou aliviada – Agora, DAAAAAAAAMON! – ela grunhiu, mostrando os dentes – Você me matou, seu inútil! – ela tirou a varinha das vestes deu um sorriso malvado – Eu não amo mais você!… Mentira, amo sim, mas sabe como é, né? Tenho que seguir o roteiro e-

– P! – demais.

– Foi mal. – P.

***

– Droga… Como ele sempre consegue nos convencer? – L.

– Porque ele sempre tem que usar essa desculpa de vocês querem receber no final do mês? – A.

– Porque ele nos olhou com aquele olhar dumau e-

Um bola de brilhante despencou do céu bem na frente delas e logo se transformou em um conversível vermelho, com um loiro sorridente na janela que perguntou:

– E aí, moças! Querem uma carona?

– Eu quero! – P já quase entrando no conversível.

– Ainda não é hora de você aparecer, Apolo!

– Deixa eu iiiiiiir! – P.

***

– Viu, mas como vocês vieram para cá? – perguntou L, terminando de anotar suas conclusões sobre os acontecimentos sobrenaturais que assolavam a cidade no seu relatório WIB.

– Por que você desenha ao invés de escrever no relatório, L? – Yuri.

– Porque é mais bunitinho! – L mostrando os rabiscos coloridos para eles com um sorriso enorme.

***

Entretanto, antes que algum botão vermelho pudesse ser acionado, um estrondo chamou a atenção de todos e logo em seguida um ponto do teto desabou. Sob os destroços do telhado pairava uma bola brilhante.

– AAAAAAHHH! – Yuri sai correndo dos destroços que quase desabaram em cima dele.

– YURI! – A – É PRA VOCÊ FICAR ALI!

– TÁ LOUCA?! – Yuri.

***

– Olha! – P exibindo seus poderes vampirescos para os amigos – Eu posso correr muito rápido! – e ela sai correndo igual a uma mula – Eu posso destruir coisas! GRRRR! – ela pega a máquina de cafezinho do escritório WIB e joga pela janela.

– NÃÃÃÃÃO! – A e L tentando salvar a máquina.

– E eu posso voar! – P sai correndo, pula e cai de cara no chão, se levantando logo em seguida majestosamente como se nada houvesse acontecido – Ok, não posso voar… Tudo bem, tenho medo de altura mesmo.

***

– Landis Juuuuuuunior! Vai lá no quintal e pega um ramo verde que esteja apontando para o leste! Thaiza, pega a garrafinha de água benta que o padre da televisão benzeu hoje! Thiaguinho… Nada não, menino. Fica aí quietinho. O RESTO SEGURA A PAULA! – mandou a Tia-mãe-da-Thata enquanto checava novamente a sua receita em um caderninho antigo.

– Então né… Todos estão fazendo alguma coisa… – Disse Thi-chan com voz de elfo choroso sentado em uma mesa no canto da sala abraçado em seu ornitorrinco de pelúcia comendo um pedaço de bolo que a tia-mãe-da-Thata preparara.

***

– Então, primeiro você mistura a purpurina com farinha e limão para dar um toque diferente nas concistência da mistura. Daí pode escolher baunilha ou groselha para ficar um cheirinho melhor. Depois coloca no microondas por algum tempo e mistura com erva-doce e-

– Thata! – Yuri interrompe a conversa entre a amiga e o lobisomem, que anotava atentamente as instruções no seu diário – Não pode revelar os segredos da sua mãe assim pra qualquer um!

– Mas foi minha mãe que mandou! – Thata.

***

– Ok, Yuri. – A – Pode sair debaixo dos detroços… Yuri?

– Iiiiiih! – Thata olhando embaixo dos detroços – Acho que precisamos chamar uma ambulância… Mãe! Tem esparadrapo em casa?

ESPECIAL DE FINAL DE ANO 2010 – PARTE 02 –

MISSÃO LAP 2 (1/2)
LAP vai a Forks

– Muito bem! – exclamou Yuri ofegante, assim que conseguiu fugir, despistando Edward com um pedaço de marshmalow colorido e jogando um gato para Jacob – O plano é o seguinte: a gente precisa achar a Bella.

– Certo. – L.

– Hum. – A.

– Tá. – P – Qual Bella?

– A verdadeira! Para me livrar desse vampiro babaca.

– E onde ela pode estar? – Thata perguntou por todos.

Enquanto isso, no teste de elenco do The Vampire Diaries…

Um gato e um marshmalow passam correndo desesperados tentando fugir de seus predadores. Porém, para o alívio dos perseguidos, o vampiro e o lobisomem encontram algo mais interessante e param naquele lugar.

– Bella? – perguntaram Jacob e Edward juntos, ao verem a amada ao lado de Sthefan e Damon.

– DAMON! – P surgiu milagrosamente no cenário e correu feliz da vida até o vampiro.

– P! – A surgiu dando bronca e logo em seguida todos os outros estavam ali – Não aparata assim do nada! Vamos ser rastreadas de novo!

– Foi sem querer. – P se desculpou enquanto agarrava fortemente o braço do vampiro para que ele não escapasse.

– Ah, agora lembram de mim! – Bella, por sua vez, brigava com seus bichinhos de estimação.

– Eu não te esqueci! – declarou Edward, se ajoelhando aos pés dela – Eu te amo, Bella!

– Oh, Edward! Eu já estava tentando a vida num seriado de vampiros por conta do seu abandono!

– E tudo volta ao normal! – suspirou Yuri, aliviado – EI, cadê a P?

Os outros olharam em volta e constataram que nem a P, nem suas aquisições vampirescas mais recentes, estavam lá.

BIP! BIP! BIP! BIP! BIP! LOCALIZANDO P!

BIP! BIP! BIP! BIP! BIP! BIP! BIP! BIP! BIP! BIP!

BIP! BIP! BIP! BIP! BIP! P LOCALIZADA!

BIP! BIP! BIP! BIP! BIP! BIP! BIP! BIP! BIP! BIP!

Depois de algumas horas procurando pela P, ela finalmente foi localizada na casa dos Salvatores, sentada no sofá com Damon e Sthefan, que ouviam atentamente suas palavras.

– Veja bem, Damon. Para dominar o mundo é preciso muito mais do que ser bonito e vampiro. Precisa de inteligência. – ela toma um gole de suco oferecido por Damon – E por mais que seu irmão Sthefan seja inteligente, ele é bonzinho demais…

– E o que você sugere? – perguntou o vampiro, muito sério, prestando completa atenção.

– Bem, primeiro nós temos que casar. – disse P triunfante.

– Ah! Então é por isso que você está aqui! Que oportunista… Ok, gostei de você. Eu caso.

– Pooooor quêêê? – P começou a chorar dramaticamente, mas parou ao processar o que ele dissera – Peraí, você disse que casa?

– Você ouviu. Eu caso, aí dominarei o mundo e talvez esqueça a Elena.

– YAY! – gritou P dando pulinhos ao redor de Damon

– Mas tem uma condição, você será transformada em uma vampira. – disse Damon sorrindo e se aproximando da P.

– Anh?… Espera aí, amiguinho! Como assim?! Ei! Sai daqui! PÁÁÁRA! SOCORROOOO!

BIP! BIP! BIP! BIP! BIP! VOLTANDO!

BIP! BIP! BIP! BIP! BIP! BIP! BIP! BIP! BIP! BIP!

BIP! BIP! BIP! BIP! BIP! VOLTOU!

BIP! BIP! BIP! BIP! BIP!BIP! BIP! BIP! BIP! BIP!

– Ai, ai. – A – Lá vamos nós de novo…

***

– Acham que deveríamos interferi agora? – perguntou L, enquanto eles assistiam P correr pela sala tentando se livrar do vampiro e ele parecia se divertir dando chances para ela escapar.

– Nah! P sabe se cuidar. – disse Thi, passando a bacia de pipoca para a Thata.

– Espera, cadê o Yuri agora? – A.

– Ali! – Thata apontou para uma samambaia se movendo pelo canto da sala.

– Temos que impedir ele! – exclamou Thata.

– Que tal aquilo? – sugeriu Thi apontando para um botão vermelho no chão.

– YAY! – todos concordaram.

– Quem quer ter as honras? – perguntou A.

– EU! EU! EU! – L já pulando em cima do botão.

– … – A.

– … – Thi.

– … – Thata.

– … – L – O que aconteceu?

Enquanto isso, em uma ilha tropical da Oceania, um vulcão extinto entra em erupção e toda a população de pernilongos raros e não conhecidos pela humanidade é aniquilada instantaneamente.

– Nada? – Thi, riscando um ponto do seu mapa-mundi.

– Droga. – L – Botão inútil!

Sem atentar para a confusão do botão, Yuri se aproximava de P sorrateiramente e quanto estava ao lado dela, conseguiu segurar sua perna. Achando que Damon conseguira pegá-la, P gritou e correu na direção oposta, dando de cara com o vampiro.

– GAAAAAH!

– Olá. – ele cumprimentou educadamente e então quebrou o pescoço da P em um instante.

– PPPPPPPPPPP! – todos, menos Damon.

– MEU MERLIN! – L – ELE MATOU A P!

– É, eu matei. – Damon.

Thata mudou a sua espingarda para o modo aniquilação (e ela se transformou em uma bazuca), ao mesmo tempo em que Yuri chorava, Thi reprogramava a rota de outro meteoro e L e A começaram a murmurar apontando suas varinhas em direção ao vampiro:

– Avada Ke-

– Espera, gente. – Damon deu um passo para trás ao perceber a atmosfera mais do que assassina que o cercava – Deixa eu explicar a situação, ela-

– O que tá acontecendo aqui?

Todos pararam e olharam para P, que havia perguntado enquanto colocava o pescoço no lugar.

– PPPPPPPP! – Todos pularam em cima dela.

– Calma, povo! – ela disse, se desviando de todos e olhando a sua roupa – Eu sou uma vampira!

– Argh! – Todos se afastaram com caretas de nojo.

Thi se aproximou da janela e perguntou:

– Você brilha agora, P? – e abriu a janela, deixando que o lindo sol do local que não era a chuvosa Forks de antes entrar e lançar seus raios sob a P.

– GAAAAAAAAAAAAHHHHHHH! FECHA! FECHA! EU SOU UMA VAMPIRA DE VERDADE! – berrou P desesperada, fugindo da luz.

– Ok, foi mal. Era só para ter certeza. – disse Thi, fechando a janela.

– Obrigada. – P respirou aliviada – Agora, DAAAAAAAAMON! – ela grunhiu, mostrando os dentes – Você me matou, seu inútil! – ela tirou a varinha das vestes deu um sorriso malvado – Eu não amo mais você!

– Olha! – ele deu um sorriso amarelo – Você queria casar comigo, não? Então! Agora está tudo resolvido!

– Você sabe que eu sou uma bruxa, neh? Pior! Sou um experimento que de bruxa que não deu certo! Imagine um experimento de bruxa vampira!

– Calma aí, moça. – pediu Damon, engolindo em seco.

– É… o que está acontecendo aqui? – perguntou Sthefan, que havia parado de se agarrar com Elena no armário da sala e agora fitava os visitantes com os braços cruzados.

– O QUE ACONTECEU?! – Gritou P balançando a varinha perigosamente, fazendo os outros membros da LAPlândia se abaixarem – Seu irmão! Isso que aconteceu! Eu estava aqui feliz, só pedindo ele em casamento e explicando os passos para a Dominação Mundial! – ela apontou para o vampiro que se encolheu – Mas ele pôde conter seus instintos psicopatas? Claro que não! Agora, olhe como eu estou e… – P encontrou um espelho – Nooooosa, como eu fico sexy com presas!

– AGORA! – gritou Thi fazendo com todos os outros pularem e segurarem a P.

– Thata! Pega o galho de alecrim! Vamos resolver isso. – disse Yuri tentando segurar uma P que se debatia querendo se olhar melhor no espelho.

– Me deixem! Agora quero ser uma vampira sexy! – P.

– Pega a verbena! – berrou Thi, que tinha conhecimentos sobre VD.

– Onde se acha isso?! – perguntou L andando em círculos sem saber para onde ir.

– Aqui, tó. – Sthefan entregou um matinho verde-azulado para ela, que entregou para Thi – Agora sumam daqui e deixa eu agarrar a Elena em paz!

– Ryoukai dessu! – L em posição de sentido, enquanto ao fundo os outros faziam P dormir com o matinho.

***

– Então, será que aqui passa busão para voltarmos? – A, olhando para os dois lados da estrada enquanto carros passavam jogando água neles.

Eles estavam esperando em um ponto de ônibus nos limites de Forks, se amontoando embaixo do guarda-sol para escaparem da habitual chuva do lugar, todos se empenhando em se fazer de coitados na esperança que o Chefe-Wib ficasse com pena deles e mandasse um meio de transporte para resgatá-los daquele antro de seres brilhantes antes que mais algum aparecesse.

– Viu, mas como vocês vieram para cá? – perguntou L, terminando de anotar suas conclusões sobre os acontecimentos sobrenaturais que assolavam a cidade no seu relatório WIB.

– Boa pergunta. – Yuri.

– Como chegamos aqui, hein, Thi-chan? – perguntou Thata.

– Como chegamos não posso revelar. Mas localizamos vocês pelo GPS que instalei em seus cérebros enquanto dormiam e que não só mostra a localização de vocês no universo como as mais de 300 maneiras de se perderem nele.

– Ah, bom… – L – Isso é útil. Valeu, Thi!

– Então usa isso de volta para irmos para a casa da mãe da Thata. – pediu A – Prometemos que vamos fechar os olhos e não vamos ver você mexendo na sua calculadora.

– Tá. – Thi mexendo na sua calculadora.

– Por que na casa da mãe da Thata? – perguntou Yuri.

– Por que a Thata disse que a mãe dela conhece uma receita para desfazer vampiro. – explicou L.

– Ah, sim. – contou Thata – Tinha uma prima em terceiro grau da vizinha da minha tia adotiva que sofria disso também.

– Muito bem! – Thi se decidindo, com um sorriso macabro – Se segurem no meteoro!

Um meteoro gigante apareceu parando na frente deles, esperando que todos entrassem para seguir viagem.

– YAY!

***

– Landis Juuuuuuunior! Vai lá no quintal e pega um ramo verde que esteja apontando para o leste! Thaiza, pega a garrafinha de água benta que o padre da televisão benzeu hoje! Thiaguinho… Nada não, menino. Fica aí quietinho. O RESTO SEGURA A PAULA! – mandou a Tia-mãe-da-Thata enquanto checava novamente a sua receita em um caderninho antigo.

E após todos os preparativos estarem pronto, o pessoal aguardava a cerimônia de transformação da P.

– Ok, primeiro a água benta. – continuou a mãe da Thata pegando um balde d’água e mergulhando o galho de bananeira trazido por Landis Jr.

– ARGH! UH! SHHHHH! GRRRR! RRRRRR! – P se contorcia enquanto a mãe da Thata jogava água benta nela.

– Acho que está funcionando! – exclamou Yuri e Thata batendo palmas e dando pulinhos.

– P, o que está sentido? – perguntou L.

– Nada, só estou com sede. – respondeu P.

– Hum…. – Thi colocou a mão no queixo e começou a planejar outra coisa, provavelmente envolvendo viagem no tempo.

Entretanto, antes que algum botão vermelho pudesse ser acionado, um estrondo chamou a atenção de todos e logo em seguida um ponto do teto desabou. Sob os destroços do telhado pairava uma bola brilhante.

– Chefe WIB?! – perguntou a LAP surpresa.

– Não estamos aqui comedo bolo! – se defendeu L antes da provável bronca – Juramos que não estamos matando trabalho de novo!

– Não temam, pequenos gafanhotos. – disse o Chefe-WIB – Sua missão foi concluída com sucesso.

– … – L.

– … – A.

– … – P.

– Como assim? – A – Nós só fizemos um relatório e a P conseguiu se transformar em uma vampira sem pegar nenhum dos vampiros… basicamente.

– Mas esse era o plano. – Chefe-WIB sorrindo satisfeito.

– Eu não pegar nenhum vampiro? – P.

– Não, você se transformar em vampira.

– Como assim? – L e A.

– Pode parar com o exorcismo, Dona Lucimar. – Chefe-WIB – Ela vai continuar assim mesmo.

– Vou? – P – Que legal!

– Na verdade, vocês estavam em uma pré-missão meticulosamente planejada para esse fim. – explicou o Chefe – Como vamos lidar com seres extremamente poderosos e imprevisíveis, precisamos de uma arma secreta.

– Seres poderosos? – LAP.

– Sim, tipo esse. – e o Chefe deu um assovio de chamado.

Imediatamente outra bola brilhante desceu do buraco no telhado.

– Hellow, meus faz mortais! – um ser brilhante e todo loiro estilo Tamaki-sempai cumprimentou a todos, irradiando beleza e frescor pelo local.

– QUEM É ESSE LOIRO?! – P agarrando as amigas para usá-las de apoio para ver melhor e perguntando discretamente.

– Não sei. – A.

– É o Apolo. – L.

– Quem?! – A e P.

– Sabe, o deus.

– Isso mesmo, padawans. Esse vai ser o próximo trabalho de vocês: escoltar semi-deuses.

– YAY! – LAP, mesmo não sabendo direito o que teriam que fazer, mas felizes por não ter nada a ver com vampiros.

– A gente também pode ir? – perguntou Thi humildemente, apontando para ele e para Thata (cadê o Yuri?).

– Hum… depois do que demonstraram hoje, podemos pensar no caso de vocês… Me sigam! Não se preocupa Dona Lucimar que já mando alguém consertar seu telhado.

P saiu babando atrás do novo loiro que surgira na sua vida, sendo seguida pelos outros.

– Não tinha um menino grande vegetariano, parecido com um brócolis, com vocês? – perguntou Chefe-WIB soando ao longe.

– É mesmo, neh? – L.

– Ele deve ter ido no banheiro. – A.

– Então seu nome é Apolo, né? – P.

– Aaaaargh… – uma voz débil veio debaixo dos destroços enquanto uma mão surgia quase sem forças pedindo socorro – Amigos?

***

Explicações finais do Thi-chan:

– Veja bem. – disse Thi, com seu jaleco de cientista – O Chefe-WIB implantou a ideia de ser um vampiro na P.

Um quadro mágico apareceu e ele continuou explicando enquanto o quadro se preenchia com o que ele falava.

– Assim, ela acabou tentando ser mordida por Edward, que é purpurinado demais para isso. Por fim, ela acabou nos levando ao Damon, que com certeza a transformaria.

Ele deu um sorriso para sua plateia, composta por cientistas renomados e políticos poderosos.

– Dr. Thi, será que poderia nos explicar novamente a questão do meteoro?

– Claro, é só fazer o depósito da quantia exata no minha conta que você receberá uma apostila pelo correio. Prometo que valerá a pena… Agora me retiro para me preparar para a próxima missão.

ESPECIAL DE FINAL DE ANO 2010 – PARTE 01 –

… L, pra variar, postou a fic no blog errado 😛 Tbm, queremos nos organizar e para isso criamos tantos blogs que uma hora ou outra começa a confundir XD Mas agora no lugar certo e sexta vem a segunda parte o/


MISSÃO LAP 2 (1/2)
LAP vai a Forks

– NÃÃÃÃÃÃÃO! – L.

– SAI DAQUI! – A.

– PAAAAAARA! – P.

– Que mané ir pra Forks! – L.

– Não queremos ir pra lá! – A.

– Por que iríamos, criatura?! – P.

– Porque é uma missão, vocês recebem pra isso, e eu estou mandando. – explicou pacientemente o Chefe WIB.

– Mas o que a gente tem a ver com vampiros? – A.

– Quem falou em vampiros? – Chefe WIB.

– … – L.

– … – A.

– … – P.

– Ué? Então o quê que é? – L.

– Temos ocorrência de eventos sobrenaturais brilhosos acontecendo na região e-

– São os vampiros, dãããã! – L.

– Óbvio! – A.

– Não precisamos ir pra lá! – P.

– E uivos durante a noite. – Chefe WIB.

– Lobisomens e cachorros vira-latas, dãããã! – L.

– Não são lobisomens, L. São transformistas. – P.

– Piorou. – A.

– Viu como vocês estão sabendo! – Chefe WIB.

– P! – L e A.

– Mas é que eu gosto das coisas certinhas, gente. – P se defendendo.

– Muito bem, vocês vão partir hoje à noite. – Chefe WIB usando todo o seu poder sobre as indefesas empregadas.

– NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃO! – LAP.

***

– Droga… Como ele sempre consegue nos convencer? – L.

– Porque ele sempre tem que usar essa desculpa de vocês querem receber no final do mês? – A.

– Porque ele nos olhou com aquele olhar dumau e apontou a varinha para os nossos narizes? – P.

– É… – L – Nosso chefe é bem convincente, né?

A LAP, emburradas e se espremendo embaixo de um guarda-sol, estava chegando na escola de Forks .

A única coisa boa é que eu ver o Cedrico! – A com os olhos brilhando.

– Mas, A! Ele vai estar brilhando! –L.

– É! Ele… ele… tem pó de arroz na cara! – P.

– Mas é só chacoalhar e passar uma água que sai. – A, encolhendo os ombros.

– Tá, chega disso. Qual é o plano? – P.

– Droga, já viemos até aqui e ainda temos que pensar em um plano?! – L – A gente já sabe quem são os seres sobrenaturais, brilhosos ou peludos.

– Vamos só perguntar poraí para que pareça que estamos trabalhando. – A.

– EI, já que estamos aqui, vamos aproveitar! – P mostra a chuva e a lama nos pés – A gente pode esperar começar a nevar e fazer guerra de neve!

– Tá. Certo, P. – A – Vamos embora agora?

– Já sei! – L olha sorrindo para a P e cochicha com A.

– Não. – P falou firmemente antes de ouvir o que quer que fosse.

– Mas-

– NÃO!

– Mas é tão-

– NÃÃÃÃÃO! PAAARA! SAI DAQUI!

– É sério! Só você poderá nos salvar, P! – falou uma voz vinda do além, enquanto uma nuvem de fumaça branca cobria todo o lugar.

– Yuri, pode sair de trás da árvore. – A.

– Aaaaah… – Yuri saindo de trás da árvore – Eu tinha planejado uma entrada triunfal!… Suspende o gelo seco, Thi! Thata, apaga o holofote!

– O que vocês estão fazendo aqui? – L.

– A gente seguiu vocês. – Thi.

– Acha que iríamos perder a oportunidade de zoar com vampiros purpurinados? – Thata, engatilhando a espingarda de papel-picado-e-luz-verde-anti-vampiros dela.

– Sem mortes, Thata. – P – Por enquanto…

– Qual é o plano? – Yuri sorridente.

– Nós-

– Não! – P cortou L imediatamente.

– Querem corda? – Thi gentilmente oferecendo seu material de tortura psicológica para A e L.

– Hunf! – P se vendo sem saída – Ok, eu vou… porque você me fez parecida com a Bella mamãe?

– Songa-monga? – L.

– A parte de desastrada e o cabelo eu concordo… mas, não sou uma garota juvenil que sede aos encantos de um vampiro brilhoso e esquisito que… Olha! – P aponta para a entrada da escola – O Edward! Não é fofinho de perto?! Posso cutucar? – P tenta avançar é impedida por todos.

– Não desse jeito, P! – A.

– Mostra seus poderes de atriz para ele! – L.

– Só tem um problema! – ela alertou enquanto agora era empurrada por todos – Ele pode ler meus pensamentos.

– Não se preocupe! – disse Thata girando um botão na sua espingarda, apertando alguns botões, apontando para P e atirando.

– AAAAAAAH! – demais.

Mas tudo o que aconteceu foi uma explosão de purpurina que cobriu P por inteira.

– Minha mãe fez em casa, pode confiar! – Thata – É só não andar muito na chuva que ele não vai conseguir ler nada dos seus pensamentos com essa purpurina refletora de poderes vampirescos caseira!

– Isso é ridículo, Thata! – P, completamente sem acreditar.

– É verdade. – L ajudando – Eu vi a mãe da Thata fazendo e ela disse que funciona! Que tem uma tia da vizinha da avó dela que-

– Não precisa falar, L. – A, enquanto batia nas costas da P para ela se desengasgar da purpurina que respirou sem querer – Ela vai sem reclamar!

***

O refeitório estava cheio e todos pararam quando uma P cheia de purpurina foi jogada para dentro. Atrás dela, cinco seres disfarçados de samambaias vinham ‘camuflados’, enquanto a P jogava purpurina por todo o caminho.

Ao ver que todos a olhavam, P assumiu seu lado atriz, deu uma de Belle Goose e foi caminhando com determinação para a mesa dos estudantes (L: Que estudantes? P: Os amigos da Bella do livro, oras. L: Aaaaah…)

– Oi! – P cumprimentou, jogando a Bella verdadeira para debaixo da mesa para tomar o lugar dela e a segurando com os pés.

– Oi! – Menina 01.

– Oi! – Menina 02.

– Oi! – Menino 01.

– E aí? – Menino 02.

– Então, Bella, sobre o que estávamos falando? – perguntou o Menino 01.

Então a Menina 01 olhou para a porta do refeitório onde estavam todos da família Cullen, e perguntou para P, cheia de suspense:

– Você deve estar se perguntando quem são eles, não é?

– Ah, eles. – disse P – Na verdade eu sei que são.

– Sabe? – perguntou a menina 01, sem compreender.

– Claro! – P feliz, se achando ao lembrar perfeitamente do que leu – São a família Cullen, todos foram adotados e são casaisinhos felizes e purpurinados, tirando o Edward bonitão que ninguém consegue pegar.

A menina 01 apenas a encarou, incrédula, enquanto a Menina 02 e os meninos babavam em modo de espera, aguardando para entrar na conversa .

P olhou de canto de olho sem disfarçar e o vampiro achou estranho, pois provavelmente não estava conseguindo ler seus pensamentos pó causa do reflexo da purpurina caseira.

Poupando nossos leitores de detalhes sórdidos, pulamos direto para a parte que interessa…

P na aula de biologia, pensando:

– Acho que acontece alguma coisa nessa hora… – ela olha de relance para Edward que pacientemente espera a deixa dela ao seu lado.

Então uma samambaia vem correndo com folhas impressas (meio queimadas).

– Essa é a cena, P! – L entregando suas folhas de Crepúsculo-impresso-não-vou-gastar-mais-de-cinco-reais-para-ler-essa-***** – Foi mal, estava meio frio e tentamos acender uma fogueira no banheiro, mas a tia zeladora nos expulsou de lá e-

– L!

– Ah, sorrysorrysorry – L se afasta cantando.e se junta as outras samambaias que permanecem disfarçadamente em um lado da sala fazendo sinais de força para ela.

P espia rapidamente as folhas enquanto Edward em seu modo de espera de mocinho (retocando o pó de arroz) espera.

– Aaaaah! – P lembrando – Eu tenho que jogar o cabelo assim. – ela joga o cabelo para o lado conforme diz as instruções das folhas, mas ao mesmo tempo lembra do efeito que isso causa no vampiro – GAAAAAAH! Ele vai me matar! – ela sai correndo em círculos enquanto Edward fica cego com a nuvem de purpurina e entra em desespero também.

– SE AVEXE! – A bateu na cabeça da P com um livro de Edição Completa de Senhor dos Anéis enquanto Thi ao mesmo tempo interceptava Edward usando a lista telefônica de Tóquio e depois apertando um botão da sua calculadora e fazendo um meteoro cair em cima do vampiro, que não teve outra opção a não ser desmaiar.

– Meteoro de Pegasuuuuuuuuuuuu! – gritou L narrando a trajetória do objeto celeste – POOOOOW!

***

Em um lugar afastado, em uma popular clareira para declaração de vampiros, P levanta de supetão sentindo uma dor muito esquisita na cabeça. Ao seu lado, Edward faz a mesma coisa e instantaneamente a encarou, com seus olhos ficando negros. Diante da situação, P faz a única coisa que pode ser feito:

– AAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHH! – e ficou paralisada – Você corre que nem uma mula! Você quebra uma árvore! Você… BRILHAAAAAAA!!!

– Sabe quem eu sou? – ele resmunga babando glitter.

– Um monstro?

– Tipo, mas não.

– Um alienígena?

– Não!

– Um Cavaleiro do Zodíaco!

– …Anh, pelo cabelo. Mas não também.

– Um shinigami?

– O.o

– Ah, eu iria gostar… Um lobisomem?!

– NÃO!

– Ah, só sobraram coisas chatas…

– SOU UM VAMPIROOOOO! – ele urrou, demonstrando toda a sua força vampiresca e dentes afiados.

P para e o encara com uma expressão indefinida. De repente, do nada, sem esperar, sem aviso prévio, sem a ***** de um motivo, começa a rir.

– Não é não! – P enxugou as lágrimas e tentou parar de rir para conseguir falar – Vampiro pra mim é o Damon, do Vampire Diaries. – então olha para o céu com as mãos em oração – Óh, céus! Porque não me mandam um sexy, temível e mau vampiro? Por que essa coisa? – e aponta para Cedrico/Edwartd brilhante – Sem ofensas, mas o Demon é lindooooooo… Vem cá, Edward. – P puxa o vampiro arrasado e mostra o pescoço para ele – Vem cá, mostre que você é macho e me morde.

– AAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHH! – Edward, desesperado, foge da P e se esconde.

– Que foi? – P, perguntando, sem entender.

– P, você estragou tudo! – Yuri deixou sua pose de samambaia disfarçada, indignado – A cena perfeita que eu tinha escrito! – ele olha para o script suspirando – E…

Finalmente Yuri percebe que Edward estava olhando para ele, meio sem compreender e meio admirado.

– Droga, esqueci esse detalhe! É… eu não sou uma samambaia e não sou um alienígena. Existe uma resposta muito lógica para isso que você acabou de presenciar. – ele puxou uma outra samambaia para a sua frente – E a L aqui vai explicar!

– Oi! – L sorridente sendo educada com o personagem dos outros, e então para o Yuri – Chega de disfarces, Yuri. Tá frio para ficar trocando.

– Ok, então… Já que a P estragou tudo!

– Anh? – P perdida – Damon? Ele me ama?

Todas as samambaias saíram de suas posições e ficaram do lado do ainda arrasado Yuri que chorava em cima do seu script-mais-do-que-perfeito:

– Isso era para ser de outro jeito, não… – porém, ao se dar conta de que Edward o olhava de maneira estranha e ouvia todos os seus obscuros pensamentos, pediu de forma urgente – Thata! A purpurina caseira da tua mãe! Rápido!

– Pra já! – Thata obedece prontamente atira no Yuri com sua espingarda modo lança-purpurina.

– Ok. – Yuri devidamente purpurinado – Como eu estava dizendo, nós-

– Ei! Você cheira comida vegetariana. – disse Edward com uma piscadela, fazendo uma cara de vampiro sofrido sexy.

– Como? – Yuri – O.o

***

LAP, Thi e Thata estavam conversando sobre ocorrido lá há alguns metros de onde Yuri e Edward estavam.

– O que você acha, P? – perguntou L.

– Do que? Damon? Ele me ama ainda mais?

– Não, P! Da situação! – A.

– Ah, o Damon está sofrendo muito e-

– P, a situação do Yuri e do Edward! – Thi explicou pacientemente como um bom aspirante à general de guerra.

P olhou em volta e viu Edward com uma rosa na mão, dançando igual a uma bailarina em volta do amigo.

– Ah, essa situação… Bom, o que faremos?

– Ele é muito mais forte do que nós. – L.

– E brilha! Argh. – A.

-E tem dentes afiados. – Thi.

– E corre como uma mula. – Thata.

– Tá, já sabemos disso. – disse P com pose de presidente – A questão é: vamos deixar de lado o fato de sermos humanos e enfrentar um vampiro para salvar o Yuri?

Todos olharam para o garoto, que estava em um estado de pavor e paralisamento enquanto Edward pulava e cintilava a sua volta.

***

Edward sentia-se muito feliz. Depois da Bella sumir misteriosamente e outra Bella muito estranha aparecer misteriosamente – sem que houvesse qualquer ligação visível entre esses dois fatos – ele ficara muito assustado. Sentia muita fome também, e naquele momento estava terrivelmente em dúvida.

Ele prometera não morder pessoas, mas aquele garoto tinha cheiro de vegetal! O que isso fazia dele?

E como ele era um vampiro, obviamente enquanto ele saltitava, tudo ao redor movia-se em câmera lenta e, consequentemente, seus pensamentos fluíam mais rápido do que o do resto do mundo. Mas aquilo não o estava ajudando a chegar à conclusão nenhuma. Então decidiu sair do seu estado eufórico por aquela descoberta e se sentou no chão para poder tentar descobrir porque o humano estranho tinha aquele cheiro de salada e lembrava tanto um brócolis. E, já que ele tinha todas essas vantagens pseudo-vampíricas, tinha uma grande quantidade de tempo para matar dramatizando toda a sua vida, como não tinha alma e essas coisas, aproveitando a onda emo do momento em que vivia. Sem contar que era um vampiro virgem e, pela idade e maturidade com que morreu, estaria sempre na puberdade. Como a sua função era ser um vampiro charmoso e povoar os sonhos molhados das adolescentes, ele decidiu que o melhor a fazer era pedir conselho para um vampiro mais apropriado:

– Aliiiic-

POW!

– Olha! – L – Um Edward acabou de passar voando em cima de nós!

– Oi, Bella! – Jacob cumprimentou P já sem camisa após assoprar a fumaça que consequentemente saia do seu punho depois de ter socado amigavelmente Edward.

– Anhm… Damon? – tentou P esperançosa.

– Não… Sou eu, Jacob! Você não lembra de mim? – pediu ele fazendo cara de cachorro caído da mudança durante uma tempestade.

– Anhm… Ah! Oi, Jackson! – P modo atriz on com um sorriso enorme.

– Jacob.

– Sim, foi o que eu disse, Jasson. Então, fala com ele, L! – P empurra L para a frente do lobo.

– Euuuuu?! – L – Por quê?!

Mas a P já havia fugido junto com todos os outros.

– Então… – L olhando para os lados em busca de um assunto – Você assistia TV Colosso?

Enquanto L distraia Jacob e Yuri o Edward, os outros reescreviam o roteiro para atender a nova situação que se apresentava.

– O que faremos agora? – perguntou Thata – Todo o elenco de Crepúsculo está nos cercado!

– Temos que pensar em algo rápido! – P – Thi-chan!

– Que tal se nós-

– EU TENHO UM PLANO! – Yuri passou por eles correndo, com a L embaixo do braço – ME SIGAM!

– Espere, senhor com cheiro de salada! – Edward corria atrás dele, mas seu atordoamento em descobrir essa nova face do mundo não o permitia usar os seus poderzinhos de vampiro, o que deu chances para o grupo fugir.

– Edward? Por que está babando glitter? – Jacob – Você sabe que raios é Tv Colosso?

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CAP 07 – Vilãs, Chá e milhopan
– Peraí! Para tudo! – pediu L – Essa aí é a-
– CHO CHANG! – exclamaram A e P estarrecidas.
– A namorada do Harry? – perguntou L.
– É. – A.
– Aquela que ficava chorando pelos cantos por causa da morte do futuro-Edward-vampiro?
– É. – P.
– A que tinha tudo para ser uma personagem legal, mas nunca superou a Gina Weasley?
– Exatamente. – A.
– Aaaaaah… acho que lembro dela. – L feliz consigo mesma – Então… porque, por Merlim, ela fez essa bagunça toda?
– Sei lá, temos que perguntar pra ela. – P.
– Senhora Cho Chang! – L.
– SENHORITA!
– Senhorita Cho Chang. – L modo educada – Será que você poderia fazer a gentileza de ir para aquela parte em que os vilões começam a explanar sobre as motivações que o levaram a querer fazer maldades-e-tal para a gente poder entender o que está acontecendo?
– Ah, claro, essa é uma parte indispensável que… PERAÍ! Que mané contar o que me levou a ser malvada?! Conseguir papel de menininha chorona ao invés de principal já não é motivo suficiente para se revoltar?!
L olhou para A, que olhou para P e as três encolheram os ombros.
– Sabe, as mocinhas geralmente são chatas. – L opinou.
– Elas sempre conseguem tudo e tem um final feliz. – P reclamou.
– E nos seriados taiwaneses elas dormem e acordam com uma maquiagem perfeita. – acrescentou A.
– Mas o cachê é melhor. – retrucou Cho Chang.
– É mesmo, o cachê é melhor. – concordou L.
– E se você não reclamar do diretor e não invocar com a água de torneira que tem no camarim, você pode ser escolhida para um outro filme e exigir um cachê ainda melhor. – Cho Chang adicionou.
– Pois é. – P ponderou – E se você for realmente boa atriz pode fazer exigências do tipo quero morangos verdes de Marte para o meu cachorro!
– E quem se destaca em papel de mocinha logo consegue um papel de vilã e está um passo mais perto de ganhar um Oscar! – Cho Chang sonhadora.
– E até se chegar ao Oscar tem um monte de outros prêmios no caminho. – comentou A.
– Mas eu ainda acho as mocinhas chatas. – L concluiu.
– Pensa só. – P servindo uma xícara de chá para a vilã – Depois do final as mocinhas ficam sem fazer nada, no seu eterno final feliz, e enquanto a vilã vai para a prisão, conhece um monte de outros vilões e eles juntos podem planejar uma maneira de fugir e começar um plano melhor ainda para dominar o mundo!
– Sim. – concordou Cho Chang, se servindo de um biscoito – E ainda vamos poder reunir todos os nossos depoimentos de derrotas e planejarmos saídas para o caso delas acontecerem! Nenhum mocinho ia conseguir pensar em tantas maneiras de derrotar de uma só vez!
– Nossa! – L cortando pedaços de bolo de chocolate e servindo em pratinhos de plásticos – Temos que apresentar a Cho Chang para o Mot-Mot!
– Eles iria se acertar muito bem. – concordou A, servindo copos de refrigerante com a estampa do Pikachu – Quem sabe ele até superasse a Lilith!
– Também não forcem a menina! – P rindo, abrindo um pacote de milhopan – Ela é vilã e tudo mais, mas não merece isso. E o Mot-Mot nunca vai superar a Lilith.
– Ei! – L – Vamos comer gyosa depois? Eu sempre quis experimentar e os restaurantes nunca tinham!
– Mas não é feito de peixe? – perguntou A – Você odeia peixe.
– Não, é de porco. – L feliz.
– Eu não gosto de carne de porco. – P.
– Eu também não gosto de porco. – Cho Chang.
– Mas daí a gente pede um com peixe para a P. – L – Do que você gosta, A?
– Qualquer coisa, desde que não seja pedra… Mas gyosa são bolinhos chineses, não? Se estamos no Japão porque não comemos comida japonesa?
– Eu quero comer gyosa. – L com cara de choro.
– Ok, Ok. Vamos pedir para a Chefe-WIB-Milih nos levar.
Crash
Cho Chang deixou sua xícara de chá cair na plataforma e ela se espatifou aos pés da LAP.
– Chefe WIB? VOCÊS ESTÃO ME ENGANADO!
– Droga, não conseguimos enrolar ela por muito tempo. – resmungou P – Já mandou o sinal A?
– Já estou na contagem regressiva, em 6… 5…
– PENSAM QUE VOU DEIXAR BARATO, SUA FEDELHAS?! EU VOU-
– 2… 1!
Imediatamente todo o local em volta se iluminou e foi cercado por centenas de helicópteros pretos de alta tecnologia.
– Bom trabalho, LAP! – disse a voz amplificada a Chefe-WIB-Millih – Deixem o resto com a gente!
– A estratégia do chá com milhopan sempre funciona. – L feliz terminando de comer seu pedaço de bolo.

FIC – LAP in Black


CAP 06 – Theodoro glub, glub
– EXCALIBUR REXTAILOR, EU ESCOLHO VOCÊ!
Para a surpresa da LAP, o vilão jogou sua pokébola além da plataforma, fazendo com que ela caísse dentro do mar.
– EI! Isso não vale! – reclamou P – Nós temos que-
– Eu sou o vilão, pirralha! Eu faço o que eu quero!
– Tecnicamente. – rebateu P – Porque nós não somos vilãs (dependendo do ponto de vista), e também fazemos o que queremos. Então…
Mas P não pode terminar seu pensamento filosófico sobre a arte de se fazer o que quer. De repente a plataforma inteira começou a tremer e o mar em volta a borbulhar.
– Medo. – AL abraçadas.
– Que droga é essa?! – P apavorada, mas não podendo fugir.
Então um tentáculo enorme, roxo surgiu do mar e caiu na plataforma, sendo seguido por mais outro e outro e outro e outro-
– 6, 7, 8, 9, não! – L – 8, aquele ali eu já tinha contado.
– QUE QUE EU FAÇO?! QUE QUE EU FAÇO?! – P desesperada sendo agarrada por um dos tentáculos e erguida no ar.
– JOGA A SUA POKÉBOLA, P! – A.
– NÃO DÁ! – P tentado soltar os braços que estavam presos no abraço do tentáculo – TÔ UM POUCO SEM PODER ME MEXER AQUI!
– Deixa que eu-
– SE AJUDAREM, ELA PERDE! – alertou o vilão.
– Iiiih… e agora, A? – L.
– … Vamos nos ajoelhar e pedir para o papai do céu ajudar a P. – A.
– Boa idéia. – L.
E enquanto L e A se ajoelhavam na plataforma, P esticava os dedos até as pontas para conseguir alcançar o bolso das suas vestes WIBs. Mas, por uma sorte imensa (ou os pedidos de L e A sendo atendidos), a pokebóla rolou do bolso, quando o tentáculo fez um movimento elaborado que deixou P de ponta-cabeça, e caiu na plataforma, abrindo logo em seguida. Uma luz ofuscante deixou o vilão desnorteado por alguns segundos, e então, com olhos arregalados esperando encontrar uma super criatura poderosa que era capaz de imitir tamanha luz, ele viu um lindo aquário onde um peixinho dourado brincava de ascender e apagar uma mini-lanterna.
– Vocês tão zoando da minha cara, neh? – perguntou o vilão.
– Só agora ele percebeu. – L rindo.
– Eu vou vomitar. – avisou P, dando mais um giro em 8 com o tentáculo.
– EXCALIBUR REXTAILOR! DESTROÇA ELAS! – explodiu o vilão, dando pulinhos na plataforma.
Vai peixinho, eôôô! Vai peixinho, eôôô! – LA na torcida.
Então, ao comando do vilão, a enorme cabeça da Lula Gigante saiu de dentro do mar e lançou um olhar dumau para o aquário.
– Ei! – reclamou A – Se soubéssemos que poderia ficar usando personagens dos filmes, teríamos usado os dinossauros do Jurassik Park ao invés dos bichinhos das nossas mães!
– Judiação, vilão! Você não sabe que a Lula Gigante vive em água doce? Ela vai ficar toda enrugada nessa água salgada!
– Eu queeeeero a minha mããããããe! – P chorando ao ser erguida pelo tentáculo há quase 500 metros do chão.
Sem dar ouvidos para o que acontecia entre seus treinadores, os pokémons empreendiam sua própria batalha, se encarando de forma ameaçadora e trocando frases de desafio:
– glub, glub, glub?
– Blrug, blrug, blrug!
– glub, glub, glub?
– Blrug, blrug, blrug!

P é arremessada longe no mar.
– P!!! – A e L correndo para a borda da plataforma.
– Blrug, blrug, blrug?!
(Tradução quase-simultânea:
– Tá com meda, mané?
– Medo de uma coisinha insignificante feito você, ô isca de camarão!
– Então porque segura minha treinadora como refém ao invés de vir me enfrentar mano a mano?
– Ah, é?! Pois olha então o que eu faço com a sua treinadora!
P é arremessada longe no mar.
– P!!! – A e L correndo para a borda da plataforma.
– E agora, vai encarar, piolho de plâncton?!)
Com um sorriso de triunfo, a Lula Gigante deu uma tentaculada na plataforma que fez o aquário, a água dentro do aquário e o peixinho dourado dentro da água do aquário pularem no ar.
– Blurg! Blurg! Blurg!
(Tradução: MHUAAAWAAWAAWAAA!)
E, não contente só com isso, a Lula resolveu fazer a mesma coisa com todos os tentáculos.
– Segura (pow) firme (pow) P! – L, estendendo a mão para a P na beirada da plataforma.
– Vamos (pow) tirar (pow) você (pow) daí! – A, segurando L para ela não cair enquanto tentava resgatar a P na beirada da plataforma.
– Eu (pow) tô (pow) ensopada (pow) e (pow) cheirando (pow) peixe! – e, cansada de pular a cada tentaculada que a Lula dava na plataforma, P ordenou furiosa – FAZ ELE PARAR COM ISSO, THEODORO!  
Imediatamente, raios lasers saíram da boca do peixinho dourado e instantaneamente a Lula Gigante foi desintegrada.
– Um minuto de silêncio pela Lula Gigante. – LAP (P já em cima da plataforma, escorrendo água do mar).
– NÃO É POSSÍVEL! – Vilão se dando conta do que acontecera em menos de meio segundo – COMO QUE ESSE CISCO DE RIO CONSEGUIU DERROTAR MEU EXCALIBUR REXTAILOR?!
– Não é a toa que ele é bichinho de estimação do Chefe WIB! – L comentou com as amigas.
– NÃO ACREDITO! O MEU PLANO ERA PERFEITO! COMO ISSO PODE TER ACONTECIDO?! JÁ NÃO FOI O BASTANTE TER PERDIDO O PAPEL DE GINA WEASLEY?! NÃO FOI O BASTANTE TER SIDO EXPULSA DE PIRATAS DO CARIBE PORQUE ME RECUSEI A TER QUE FICAR ENTRE ORLANDO BLOOM E JHONNY DEEP?! JÁ NÃO FOI DEMAIS TEREM ME TROCADO POR AQUELA BEIÇUDA DO OLHO GRANDE PARA SER A ELFA SUPERPODEROSA?!
– … – L.
– … – A.
– … – P – Eu não ouvi direito ou ‘ele’ está falando como ‘ela’?
Então, cansado de manter toda aquela encenação, o vilão, a vilã, ou o que quer que fosse, arrancou sua mascara, revelando sua verdadeira identidade.
– O.O – LAP – Ôôôôô! 

FIC – LAP in Black

CAP 05 – Uma cabeça melhor do que três? (Ou) Au! Au! Au! Au! Au!
– Esse protótipo de hobbit teve muita sorte! – disse o vilão mascarado não escondendo a raiva da sua derrota – Entretanto, esse dragão era o mais fraquinho da minha coleção e o menos preparado das minhas alternativas! Quero ver você escapar dessa! UHÁ! UHÁ! UHÁHÁHÁHÁHÁÁÁ!
– Tem coisa maior do que aquilo é? – perguntou L para P.
– A Millih-Chefe-WIB tinha falado algo sobre Gamera e Godzila se eu me lembro bem… – P.
– Sério?! – L – SUGOI! A, ACABA COM ELES! FIU-FIU!
– … Seja o que Merlin quiser… VAI, POKEBOLA! – A jogou a sua esfera e imediatamente surgiu uma figurinha pulando, latindo e abanando um toquinho de rabo em volta dela.
– Ok, ok, Dobby. Quando eu disser ‘pega’, você pega, tá?
O pincher continuou latindo e abanando um toquinho de rabo em volta dela.
– ¬¬’… acho que ele entendeu.
– Só isso? – perguntou o vilão – Eu tenho algo perfeito para você então!
O vilão jogou a sua pokebola, cheio de pose e fogos de artifícios, e elas ouviram um rosnado… um não, três rosnados diferentes.
– ÓÓÓÓÓÓÓ! – LP batendo palmas admiradas.
– Que qu’é isso?! – A indignada – Ele assaltou o departamento de CG dos filmes de Harry Potter por acaso?
Do meio da fumaça surgiu três cabeças e três fileiras de dentes afiados que encaravam ameaçadoramente o pequeno, frágil e esmilingüido pincher da mãe da A.
– UHÁ! UHÁ! UHÁHÁHÁHÁHÁÁÁ! – vilão.
– … – A.
– UHÁ! UHÁ! UHÁHÁHÁHÁHÁÁÁ! – vilão.
– … ¬¬’ Dá pra se concentrar na batalha e parar com as risadas maléficas, onegai?
– Hum, gomen. – vilão – Megazordi! Pega!
– … Coitado do Fofo. – P – Além de ser seqüestrado por um vilão mascarado vestido de preto ainda teve o nome trocado…
O canzarrão avançou com tudo para uma, opa, três mordidas fatais no Dobby.
– DOBBY, PEGA! – A.
Ao invés de atacara, Dobby entendeu o comando como ‘vem cá cachorrinho fofo que eu vou te dar um biscoitinho’ e correu faceiro para a direção da A.
– NÃO, DOBBY! NÃO! PEGA! PEGA! – A não teve outra escolha a não ser correr, com o Dobby correndo feliz atrás dela imaginando estar em uma divertida brincadeira de pega-pega, e com o Megazordi (Fofo) correndo atrás dos dois.
– AAAAAAAAAAHHHH! – A correndo para um lado da plataforma.
– Au! Au! Au! Au! Au! – Dobby.
– GAAAAAAOOO! – Megazordi (Fofo).
– UHÁ! UHÁ! UHÁHÁHÁHÁHÁÁÁ! – vilão.
– AAAAAAAAAAHHHH! – A correndo para o outro lado da plataforma.
– Au! Au! Au! Au! Au! – Dobby.
– GAAAAAAOOO! – Megazordi (Fofo).
– UHÁ! UHÁ! UHÁHÁHÁHÁHÁÁÁ! – vilão.
– AAAAAAAAAAHHHH! – A correndo pelo meio da plataforma.
– Au! Au! Au! Au! Au! – Dobby.
– GAAAAAAOOO! – Megazordi (Fofo).
– UHÁ! UHÁ! UHÁHÁHÁHÁHÁÁÁ! – vilão.
– Quer pipoca, P? – L.
– Brigada. – P se servindo.
– AAAAAAAAAAHHHH! – A correndo para o fundo plataforma.
– Au! Au! Au! Au! Au! – Dobby.
– GAAAAAAOOO! – Megazordi (Fofo).
– UHÁ! UHÁ! UHÁHÁHÁHÁHÁÁÁ! – vilão.
Já cansada de correr, A tentou pensar em alguma estratégia para se salvar, e então teve uma brilhante idéia:
– Dobby! Sabe aquele teu cobertozinho fedido, rasgado, babado e melequento que você esconde embaixo da pia para ninguém pegar?
– ? – Dobby.
– ELE PEGOU! – A aponta, acusadora, para o Megazordi (Fofo).
Instantaneamente, o pincher parou, e o cachorro de três cabeças também parou, pressentindo algo estranho no ar.
Lentamente, Dobby virou a cabecinha para Megazordi e tudo o que o monstro viu foram dois pares de olhinhos esbugalhados vermelhos e um rosnado baixinho, mas profundo. Antes que o canzarrão pudesse fazer qualquer coisa, Dobby atacou com uma velocidade incrível, mordendo todas as partes ao seu alcance do oponente, que não conseguia fazer nada além de se contorcer de dor.
– Whuaaaa! – L e P admiradas, devorando uma bacia de pipoca sem perderem um segundo da cena.
– Acreditem, – A para as amigas – se você preza a sua vida nunca nem pense em olhar para o cobertorzinho do Dobby.
Em questão de meio minuto, Megazordi (Fofo) estava desmaiado no chão da plataforma, incapaz de fazer qualquer movimento, embora fosse visível que ainda era capaz de respirar um pouco.
YAAAAAAADA! – vilão indo ao socorro do seu bichinho – O que vocês fizeram com o meu Megazordi?!
– Muito bem, Dobby! – A conjurando um biscoito e dando para o cachorrinho – Muito bem mesmo! – e então o fez voltar para a pokebola.
– Então, – P – se nós já vencemos duas partidas de três não quer dizer que ganhamos?… Tipo, eu não preciso batalhar, não é?
– Pois é, né? – L.
– Acho que não percisa. – A – Ô, vilão DuMau! Ganhamos! Pode se render!
Mas, ao invés de assumir a posição de derrotado e de quem está completamente sem saída, o vilão simplesmente fez com que Megazordi (Fofo) voltasse para a sua pokebola, e assumiu sua pose de quem está no controle:
– UHÁ! UHÁ! UHÁHÁHÁHÁHÁÁÁ! Acham que é simples assim?
– … – L.
– … – A.
– … – P – É, não é? Você perde, nós ganhamos.
– NADA DISSO! O VILÃO DESSA @#$%& SOU EU! O COMBINADO FOI TRÊS BATALHAS E VAI SER AS TRÊS BATALHAS!
– … – L.
– … – A.
– … – P – Droga.
– Não tem jeito, P. – A – Temos que deixar ele sem argumentos.
– É. – L – Ganbatte, P-chan!
– Droga ao quadrado. – P, avançado para o seu lugar na plataforma, cruzando os dedos e rezando para não ser massacrada.
– Agora sim o show vai começar! – vilão, esfregando as mãos e provavelmente dando um sorriso maléfico por detrás da máscara.
– Tomara que tenha papel picado no show! – L, passando a bacia de pipoca para A.