ESPECIAL DE FINAL DE ANO 2010 – PARTE 01 –

… L, pra variar, postou a fic no blog errado 😛 Tbm, queremos nos organizar e para isso criamos tantos blogs que uma hora ou outra começa a confundir XD Mas agora no lugar certo e sexta vem a segunda parte o/


MISSÃO LAP 2 (1/2)
LAP vai a Forks

– NÃÃÃÃÃÃÃO! – L.

– SAI DAQUI! – A.

– PAAAAAARA! – P.

– Que mané ir pra Forks! – L.

– Não queremos ir pra lá! – A.

– Por que iríamos, criatura?! – P.

– Porque é uma missão, vocês recebem pra isso, e eu estou mandando. – explicou pacientemente o Chefe WIB.

– Mas o que a gente tem a ver com vampiros? – A.

– Quem falou em vampiros? – Chefe WIB.

– … – L.

– … – A.

– … – P.

– Ué? Então o quê que é? – L.

– Temos ocorrência de eventos sobrenaturais brilhosos acontecendo na região e-

– São os vampiros, dãããã! – L.

– Óbvio! – A.

– Não precisamos ir pra lá! – P.

– E uivos durante a noite. – Chefe WIB.

– Lobisomens e cachorros vira-latas, dãããã! – L.

– Não são lobisomens, L. São transformistas. – P.

– Piorou. – A.

– Viu como vocês estão sabendo! – Chefe WIB.

– P! – L e A.

– Mas é que eu gosto das coisas certinhas, gente. – P se defendendo.

– Muito bem, vocês vão partir hoje à noite. – Chefe WIB usando todo o seu poder sobre as indefesas empregadas.

– NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃO! – LAP.

***

– Droga… Como ele sempre consegue nos convencer? – L.

– Porque ele sempre tem que usar essa desculpa de vocês querem receber no final do mês? – A.

– Porque ele nos olhou com aquele olhar dumau e apontou a varinha para os nossos narizes? – P.

– É… – L – Nosso chefe é bem convincente, né?

A LAP, emburradas e se espremendo embaixo de um guarda-sol, estava chegando na escola de Forks .

A única coisa boa é que eu ver o Cedrico! – A com os olhos brilhando.

– Mas, A! Ele vai estar brilhando! –L.

– É! Ele… ele… tem pó de arroz na cara! – P.

– Mas é só chacoalhar e passar uma água que sai. – A, encolhendo os ombros.

– Tá, chega disso. Qual é o plano? – P.

– Droga, já viemos até aqui e ainda temos que pensar em um plano?! – L – A gente já sabe quem são os seres sobrenaturais, brilhosos ou peludos.

– Vamos só perguntar poraí para que pareça que estamos trabalhando. – A.

– EI, já que estamos aqui, vamos aproveitar! – P mostra a chuva e a lama nos pés – A gente pode esperar começar a nevar e fazer guerra de neve!

– Tá. Certo, P. – A – Vamos embora agora?

– Já sei! – L olha sorrindo para a P e cochicha com A.

– Não. – P falou firmemente antes de ouvir o que quer que fosse.

– Mas-

– NÃO!

– Mas é tão-

– NÃÃÃÃÃO! PAAARA! SAI DAQUI!

– É sério! Só você poderá nos salvar, P! – falou uma voz vinda do além, enquanto uma nuvem de fumaça branca cobria todo o lugar.

– Yuri, pode sair de trás da árvore. – A.

– Aaaaah… – Yuri saindo de trás da árvore – Eu tinha planejado uma entrada triunfal!… Suspende o gelo seco, Thi! Thata, apaga o holofote!

– O que vocês estão fazendo aqui? – L.

– A gente seguiu vocês. – Thi.

– Acha que iríamos perder a oportunidade de zoar com vampiros purpurinados? – Thata, engatilhando a espingarda de papel-picado-e-luz-verde-anti-vampiros dela.

– Sem mortes, Thata. – P – Por enquanto…

– Qual é o plano? – Yuri sorridente.

– Nós-

– Não! – P cortou L imediatamente.

– Querem corda? – Thi gentilmente oferecendo seu material de tortura psicológica para A e L.

– Hunf! – P se vendo sem saída – Ok, eu vou… porque você me fez parecida com a Bella mamãe?

– Songa-monga? – L.

– A parte de desastrada e o cabelo eu concordo… mas, não sou uma garota juvenil que sede aos encantos de um vampiro brilhoso e esquisito que… Olha! – P aponta para a entrada da escola – O Edward! Não é fofinho de perto?! Posso cutucar? – P tenta avançar é impedida por todos.

– Não desse jeito, P! – A.

– Mostra seus poderes de atriz para ele! – L.

– Só tem um problema! – ela alertou enquanto agora era empurrada por todos – Ele pode ler meus pensamentos.

– Não se preocupe! – disse Thata girando um botão na sua espingarda, apertando alguns botões, apontando para P e atirando.

– AAAAAAAH! – demais.

Mas tudo o que aconteceu foi uma explosão de purpurina que cobriu P por inteira.

– Minha mãe fez em casa, pode confiar! – Thata – É só não andar muito na chuva que ele não vai conseguir ler nada dos seus pensamentos com essa purpurina refletora de poderes vampirescos caseira!

– Isso é ridículo, Thata! – P, completamente sem acreditar.

– É verdade. – L ajudando – Eu vi a mãe da Thata fazendo e ela disse que funciona! Que tem uma tia da vizinha da avó dela que-

– Não precisa falar, L. – A, enquanto batia nas costas da P para ela se desengasgar da purpurina que respirou sem querer – Ela vai sem reclamar!

***

O refeitório estava cheio e todos pararam quando uma P cheia de purpurina foi jogada para dentro. Atrás dela, cinco seres disfarçados de samambaias vinham ‘camuflados’, enquanto a P jogava purpurina por todo o caminho.

Ao ver que todos a olhavam, P assumiu seu lado atriz, deu uma de Belle Goose e foi caminhando com determinação para a mesa dos estudantes (L: Que estudantes? P: Os amigos da Bella do livro, oras. L: Aaaaah…)

– Oi! – P cumprimentou, jogando a Bella verdadeira para debaixo da mesa para tomar o lugar dela e a segurando com os pés.

– Oi! – Menina 01.

– Oi! – Menina 02.

– Oi! – Menino 01.

– E aí? – Menino 02.

– Então, Bella, sobre o que estávamos falando? – perguntou o Menino 01.

Então a Menina 01 olhou para a porta do refeitório onde estavam todos da família Cullen, e perguntou para P, cheia de suspense:

– Você deve estar se perguntando quem são eles, não é?

– Ah, eles. – disse P – Na verdade eu sei que são.

– Sabe? – perguntou a menina 01, sem compreender.

– Claro! – P feliz, se achando ao lembrar perfeitamente do que leu – São a família Cullen, todos foram adotados e são casaisinhos felizes e purpurinados, tirando o Edward bonitão que ninguém consegue pegar.

A menina 01 apenas a encarou, incrédula, enquanto a Menina 02 e os meninos babavam em modo de espera, aguardando para entrar na conversa .

P olhou de canto de olho sem disfarçar e o vampiro achou estranho, pois provavelmente não estava conseguindo ler seus pensamentos pó causa do reflexo da purpurina caseira.

Poupando nossos leitores de detalhes sórdidos, pulamos direto para a parte que interessa…

P na aula de biologia, pensando:

– Acho que acontece alguma coisa nessa hora… – ela olha de relance para Edward que pacientemente espera a deixa dela ao seu lado.

Então uma samambaia vem correndo com folhas impressas (meio queimadas).

– Essa é a cena, P! – L entregando suas folhas de Crepúsculo-impresso-não-vou-gastar-mais-de-cinco-reais-para-ler-essa-***** – Foi mal, estava meio frio e tentamos acender uma fogueira no banheiro, mas a tia zeladora nos expulsou de lá e-

– L!

– Ah, sorrysorrysorry – L se afasta cantando.e se junta as outras samambaias que permanecem disfarçadamente em um lado da sala fazendo sinais de força para ela.

P espia rapidamente as folhas enquanto Edward em seu modo de espera de mocinho (retocando o pó de arroz) espera.

– Aaaaah! – P lembrando – Eu tenho que jogar o cabelo assim. – ela joga o cabelo para o lado conforme diz as instruções das folhas, mas ao mesmo tempo lembra do efeito que isso causa no vampiro – GAAAAAAH! Ele vai me matar! – ela sai correndo em círculos enquanto Edward fica cego com a nuvem de purpurina e entra em desespero também.

– SE AVEXE! – A bateu na cabeça da P com um livro de Edição Completa de Senhor dos Anéis enquanto Thi ao mesmo tempo interceptava Edward usando a lista telefônica de Tóquio e depois apertando um botão da sua calculadora e fazendo um meteoro cair em cima do vampiro, que não teve outra opção a não ser desmaiar.

– Meteoro de Pegasuuuuuuuuuuuu! – gritou L narrando a trajetória do objeto celeste – POOOOOW!

***

Em um lugar afastado, em uma popular clareira para declaração de vampiros, P levanta de supetão sentindo uma dor muito esquisita na cabeça. Ao seu lado, Edward faz a mesma coisa e instantaneamente a encarou, com seus olhos ficando negros. Diante da situação, P faz a única coisa que pode ser feito:

– AAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHH! – e ficou paralisada – Você corre que nem uma mula! Você quebra uma árvore! Você… BRILHAAAAAAA!!!

– Sabe quem eu sou? – ele resmunga babando glitter.

– Um monstro?

– Tipo, mas não.

– Um alienígena?

– Não!

– Um Cavaleiro do Zodíaco!

– …Anh, pelo cabelo. Mas não também.

– Um shinigami?

– O.o

– Ah, eu iria gostar… Um lobisomem?!

– NÃO!

– Ah, só sobraram coisas chatas…

– SOU UM VAMPIROOOOO! – ele urrou, demonstrando toda a sua força vampiresca e dentes afiados.

P para e o encara com uma expressão indefinida. De repente, do nada, sem esperar, sem aviso prévio, sem a ***** de um motivo, começa a rir.

– Não é não! – P enxugou as lágrimas e tentou parar de rir para conseguir falar – Vampiro pra mim é o Damon, do Vampire Diaries. – então olha para o céu com as mãos em oração – Óh, céus! Porque não me mandam um sexy, temível e mau vampiro? Por que essa coisa? – e aponta para Cedrico/Edwartd brilhante – Sem ofensas, mas o Demon é lindooooooo… Vem cá, Edward. – P puxa o vampiro arrasado e mostra o pescoço para ele – Vem cá, mostre que você é macho e me morde.

– AAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHH! – Edward, desesperado, foge da P e se esconde.

– Que foi? – P, perguntando, sem entender.

– P, você estragou tudo! – Yuri deixou sua pose de samambaia disfarçada, indignado – A cena perfeita que eu tinha escrito! – ele olha para o script suspirando – E…

Finalmente Yuri percebe que Edward estava olhando para ele, meio sem compreender e meio admirado.

– Droga, esqueci esse detalhe! É… eu não sou uma samambaia e não sou um alienígena. Existe uma resposta muito lógica para isso que você acabou de presenciar. – ele puxou uma outra samambaia para a sua frente – E a L aqui vai explicar!

– Oi! – L sorridente sendo educada com o personagem dos outros, e então para o Yuri – Chega de disfarces, Yuri. Tá frio para ficar trocando.

– Ok, então… Já que a P estragou tudo!

– Anh? – P perdida – Damon? Ele me ama?

Todas as samambaias saíram de suas posições e ficaram do lado do ainda arrasado Yuri que chorava em cima do seu script-mais-do-que-perfeito:

– Isso era para ser de outro jeito, não… – porém, ao se dar conta de que Edward o olhava de maneira estranha e ouvia todos os seus obscuros pensamentos, pediu de forma urgente – Thata! A purpurina caseira da tua mãe! Rápido!

– Pra já! – Thata obedece prontamente atira no Yuri com sua espingarda modo lança-purpurina.

– Ok. – Yuri devidamente purpurinado – Como eu estava dizendo, nós-

– Ei! Você cheira comida vegetariana. – disse Edward com uma piscadela, fazendo uma cara de vampiro sofrido sexy.

– Como? – Yuri – O.o

***

LAP, Thi e Thata estavam conversando sobre ocorrido lá há alguns metros de onde Yuri e Edward estavam.

– O que você acha, P? – perguntou L.

– Do que? Damon? Ele me ama ainda mais?

– Não, P! Da situação! – A.

– Ah, o Damon está sofrendo muito e-

– P, a situação do Yuri e do Edward! – Thi explicou pacientemente como um bom aspirante à general de guerra.

P olhou em volta e viu Edward com uma rosa na mão, dançando igual a uma bailarina em volta do amigo.

– Ah, essa situação… Bom, o que faremos?

– Ele é muito mais forte do que nós. – L.

– E brilha! Argh. – A.

-E tem dentes afiados. – Thi.

– E corre como uma mula. – Thata.

– Tá, já sabemos disso. – disse P com pose de presidente – A questão é: vamos deixar de lado o fato de sermos humanos e enfrentar um vampiro para salvar o Yuri?

Todos olharam para o garoto, que estava em um estado de pavor e paralisamento enquanto Edward pulava e cintilava a sua volta.

***

Edward sentia-se muito feliz. Depois da Bella sumir misteriosamente e outra Bella muito estranha aparecer misteriosamente – sem que houvesse qualquer ligação visível entre esses dois fatos – ele ficara muito assustado. Sentia muita fome também, e naquele momento estava terrivelmente em dúvida.

Ele prometera não morder pessoas, mas aquele garoto tinha cheiro de vegetal! O que isso fazia dele?

E como ele era um vampiro, obviamente enquanto ele saltitava, tudo ao redor movia-se em câmera lenta e, consequentemente, seus pensamentos fluíam mais rápido do que o do resto do mundo. Mas aquilo não o estava ajudando a chegar à conclusão nenhuma. Então decidiu sair do seu estado eufórico por aquela descoberta e se sentou no chão para poder tentar descobrir porque o humano estranho tinha aquele cheiro de salada e lembrava tanto um brócolis. E, já que ele tinha todas essas vantagens pseudo-vampíricas, tinha uma grande quantidade de tempo para matar dramatizando toda a sua vida, como não tinha alma e essas coisas, aproveitando a onda emo do momento em que vivia. Sem contar que era um vampiro virgem e, pela idade e maturidade com que morreu, estaria sempre na puberdade. Como a sua função era ser um vampiro charmoso e povoar os sonhos molhados das adolescentes, ele decidiu que o melhor a fazer era pedir conselho para um vampiro mais apropriado:

– Aliiiic-

POW!

– Olha! – L – Um Edward acabou de passar voando em cima de nós!

– Oi, Bella! – Jacob cumprimentou P já sem camisa após assoprar a fumaça que consequentemente saia do seu punho depois de ter socado amigavelmente Edward.

– Anhm… Damon? – tentou P esperançosa.

– Não… Sou eu, Jacob! Você não lembra de mim? – pediu ele fazendo cara de cachorro caído da mudança durante uma tempestade.

– Anhm… Ah! Oi, Jackson! – P modo atriz on com um sorriso enorme.

– Jacob.

– Sim, foi o que eu disse, Jasson. Então, fala com ele, L! – P empurra L para a frente do lobo.

– Euuuuu?! – L – Por quê?!

Mas a P já havia fugido junto com todos os outros.

– Então… – L olhando para os lados em busca de um assunto – Você assistia TV Colosso?

Enquanto L distraia Jacob e Yuri o Edward, os outros reescreviam o roteiro para atender a nova situação que se apresentava.

– O que faremos agora? – perguntou Thata – Todo o elenco de Crepúsculo está nos cercado!

– Temos que pensar em algo rápido! – P – Thi-chan!

– Que tal se nós-

– EU TENHO UM PLANO! – Yuri passou por eles correndo, com a L embaixo do braço – ME SIGAM!

– Espere, senhor com cheiro de salada! – Edward corria atrás dele, mas seu atordoamento em descobrir essa nova face do mundo não o permitia usar os seus poderzinhos de vampiro, o que deu chances para o grupo fugir.

– Edward? Por que está babando glitter? – Jacob – Você sabe que raios é Tv Colosso?